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  • As trovoadas de Catatumbo são o principal gerador de ozono do planeta.
  • São 1.176.000 de relâmpagos por ano que produzem 10% da camada de ozono.
  • Este fenómeno ocorre entre 140 a 160 dias todos os anos.
  • Os relâmpagos são visíveis a mais de 400 km de distância.
  • Do muito que já foi dito sobre a sua origem, ainda não existe nenhuma hipótese comprovada.
  • Conta-se que em 1595 o pirata Francis Drake planeava saquear Maracaibo mas o seu plano foi por água abaixo por causa do alerta oportuno da guarnição da cidade, graças à iluminação dos relâmpagos.
  • Durante a guerra de independência este mesmo fenómeno sirviu de farol à força naval do Almirante Padilla, que conseguiu derrotar os navios espanhóis a 24 de Julho de 1823.
  • Para os pescadores, estes relâmpagos são benéficos dado que capturam mais peixes nestas alturas.
  • Cientistas da NASA verificaram que o fenómeno conta com um total de 250 raios por quilómetro quadrado por ano, acrescentando que as tempestades eléctricas geram ozono, considerando-o como o mais importante protector da camada de ozono no mundo.
  • Pretende-se a classificação dos Relâmpagos de Catatumbo como património cultural da humanidade sob a protecção da UNESCO o que, a conseguir-se, seria o primeiro fenómeno meteorológico do mundo a entrar nessa lista.


 
A origem da expressão "nem sempre galinha, nem sempre rainha" é atribuída ao rei D. João V, conhecido nos manuais da história com o cognome de “Magnânimo”.

Ficou célebre o seu tórrido romance com a Madre Paula, do mosteiro de S. Dinis, em Odivelas, com quem teve vários filhos, os quais educou esmeradamente, ficando conhecidos pelos Meninos de Palhavã, porque residiam em Palhavã, no Palácio onde actualmente funciona a embaixada de Espanha, em Lisboa.

A rainha era austríaca e muito feia, ao contrário do rei que era bem apessoado. Talvez por isso, o rei procurava outras companhias mais agradáveis. A rainha, sentindo-se rejeitada, ter-se-á queixado ao padre seu confessor.

Um dia o padre chamou o rei à razão. Então, o rei ordenou ao cozinheiro que, a partir desse dia, o padre passaria a comer todos os dias galinha. Nos primeiros dias, o padre até ficou satisfeito e deliciado com o menu. Mas passado três meses o homem andava agoniado e magro que nem um caniço e foi queixar-se ao rei do cozinheiro que só lhe dava galinha.

Foi então que o rei, com ar de malícia, lhe disse:

- Pois é, senhor padre! Nem sempre galinha, nem sempre rainha!

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