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O grupo sanguíneo e a dieta
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A contriubuição de James D'Adamo


Como o leitor terá notado, a importância dos antigénios é evidente já que provoca reacções imediatas no organismo. Pois bem, há quase três décadas um naturopata chamado James D'Adamo deu conta que os tratamentos dietéticos que aconselhava aos seus pacientes não obtinham sempre os mesmos resultados e perguntou-se a que poderia dever-se.

Formado na escola naturista, a sua experiência com os pacientes levou-o a compreender sobretudo que enquanto a dieta vegetariana produzia bons resultados a algumas pessoas e a sua saúde melhorava, a outras não parecia fazer qualquer efeito e a algumas até não era benéfica e pioravam.

Aquilo surpreendeu-o levando-o à conclusão evidente que nem todas as pessoas se sentem bem com o mesmo tipo de alimentação. E intuiu que como o sangue era a fonte principal de nutrição do organismo a resposta podia estar aí.

Decidiu pois investigá-lo e ao longo de muitos anos tomou notas para poder depois analisá-las e encontrar possíveis elementos comuns. E foi de forma simples, mas perseverante, que se deu conta que o tipo de alimentação estava relacionado com os diferentes tipos sanguíneos.

Observou, por exemplo, que as pessoas de sangue tipo A respondem mal às dietas ricas em proteínas animais mas muito bem às ricas em proteínas vegetais. E que a essas mesmas pessoas nem o leite nem os seus derivados lhes fazia bem. E tem mais, também melhoravam com exercícios leves como o ioga enquanto os duros e dinâmicos lhes produziam mal-estar.

Por outro lado, às pessoas de sangue tipo O, a carne produzia resultados estupendos bem como os exercícios mais intensos. E chegou à conclusão que, com efeito, o provérbio que diz "o que é alimento para um homem pode ser veneno para outro" era uma grande verdade.

Todas aquelas observações de James D'Adamo estão na obra titulada O alimento de um homem (One Man's Food) que foi publicado em 1980.

Seria no entanto o seu filho Peter - que estudaria também Naturopatia mas no John Bastar College de Seatle (EUA) - quem estabeleceria já essa ligação. E fê-lo descobrindo em primeiro lugar que duas das principais doenças do estômago - a úlcera séptica e o cancro do estômago - se encontravam mais em grupos sanguíneos concretos. A úlcera nas pessoas do tipo O e o cancro nas do tipo A.

Até que os dados acumulados o levariam finalmente a concluir que o tipo de sangue predispõe as pessoas a um tipo de alimentação concreto e diferente em boa medida às de outros tipos. E, inclusive, que predispõe mais a umas doenças que a outras.

E não só isso: também descobriria que a saúde depende, muito mais do que se imagina, da alimentação. Isto é, que há alimentos que actuam positivamente nos organismos das pessoas com um determinado tipo de sangue enquanto que em pessoas de outros tipos são prejudiciais.

E não só isso: segundo a sua opinião, uma alimentação que não esteja de acordo com o tipo de sangue que se tem é uma das principais causas de sobrepeso ou obesidade... e a razão para não conseguirem emagrecer quando o tentam.

Algo que se conseguiria se se deixasse de ingerir os alimentos prejudiciais ao seu tipo de sangue (lembre o leitor que publicamos já na revista várias reportagens sobre a dificuldade que para emagrecer supõe ingerir alimentos a que se é sensível ou intolerante e que hoje isso pode determinar-se com bastante exactidão mediante análises clínicas.

É preciso esclarecer desde já que o próprio autor deixa claro que essas associações não são absolutas. Isto é, nem todos os organismos das pessoas do mesmo tipo são intolerantes a todos os alimentos, nem o grau de sensibilidade é igual em todos ao alimento aos que são intolerantes.

Os resultados que apresenta são pois só orientativos. Tenha-se isso em conta. Em todo o caso, se desejar aprofundar este tema saiba que encontrará as conclusões de Peter D'Adamo publicadas na sua obra Os grupos sanguíneos e a alimentação (Ed. J. Vergara).

 

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Criado em: 02/10/2006 • 14:22
Actualizado em: 09/02/2021 • 17:15
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Comentários


Comentário n°2 

WINSTON SILVA 25/08/2009 • 02:38

  Creio que o melhor julgamento quanto a veracidade de uma afirmação são os resultados. Tenho aplicado a dieta do sangue, não para perder peso, mas sim para me sentir melhor e obtido resultados estupendos. Não sei se todos se sentirão melhores, e ainda é cedo para afirmar se seguirei este método por toda vida, porém, não gosto de ouvir críticas de pessoas que sequer testaram esta teoria. 

Comentário n°1 

ANTONIO JORGE SANTANA DE JESUS 08/09/2008 • 15:08

Artigos como este deveria ser mais difundidos nos órgão da impressa ( rádio.tv,jornais ), trazendo  grandes benefícios à saúde pública, mas infelizmente não é isso que ocorre.

obrigado

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