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Um artigo ao acaso: ARTIGOS DE FUNDO III - Islândia, o caminho que não seguimos

krugman.jpgPor Paul Krugman, professor de Economia em Princeton e prémio Nobel da Economia 2008.

Os mercados financeiros celebraram há dias o pacto alcançado em Bruxelas. Em relação ao que poderia ter sucedido (um amargo falhanço para se porem de acordo), o facto de os dirigentes europeus se terem posto de acordo em algo, por imprecisos que sejam os detalhes e por deficiente que resulte, é um avanço positivo.

Mas vale a pena retroceder para observar o panorama geral, concretamente o lamentável falhanço de uma doutrina económica, uma doutrina que infligiu um dano enorme tanto na Europa como nos Estados Unidos.

A doutrina em questão resume-se na afirmação de que, no período posterior a uma crise financeira, os bancos têm de ser resgatados, mas o cidadão deve pagar o custo. De modo que uma crise provocada pela liberalização converte-se num motivo para uma viragem ainda mais à direita; numa época de desemprego em massa, em vez de se reanimarem os esforços públicos por criar emprego, converte-se numa época de austeridade, na qual a despesa governamental e os programas sociais se cortam drasticamente.

Venderam-nos esta doutrina afirmando que não havia nenhuma alternativa - que tanto os resgates como os cortes da despesa eram necessários para satisfazer aos mercados financeiros - e também afirmando que a austeridade fiscal na realidade criaria emprego. A ideia era que os cortes da despesa fariam aumentar a confiança dos consumidores e as empresas. E, supostamente, esta confiança estimularia a despesa privada e compensaria de sobra os efeitos depressores dos cortes governamentais.

Alguns economistas não estavam convencidos. Um céptico afirmava causticamente que as declarações sobre os efeitos expansivos da austeridade eram como crer na "fada da confiança". Bem, estavam a falar de mim...

Mas, não obstante, a doutrina foi extremamente influente. A austeridade expansiva, em concreto, foi...
JURIS

É com prazer que abrimos este novo espaço de divulgação e comunicação.

Depressa se constatará como ele representa uma nova forma de estar. Quebrando as regras tradicionais, este sítio é interactivo.

Não se limita a ser lido ou a ser mais um local onde podem descarregar-se conteúdos.

Cada informação, cada notícia, pode ter a marca da sua intervenção. Directa. Imediata. Sem recurso a email. À distância de um clique pode estar a sua palavra feita opinião, sugestão ou recomendação, sempre que o entender.

No momento seguinte ela fará parte da alma deste sítio. Transparente e livre como nasceu.

 

 Maio de 2004

 
 


 

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