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Um artigo ao acaso: ARTIGOS DE FUNDO - Paradoxo educativo

O meu filho mais velho de 9 anos voltou à rotina do ano lectivo. Rotina? Quase tudo continua igual mas cada vez é mais habitual que entre os trabalhos de casa tenha de pesquisar informação. Onde? Certamente, "na internet".

Certamente porque apesar de continuar a utilizar livros de texto, de ter biblioteca na escola ou haver uma pública, ainda continuam a existir as enciclopédias em papel e apesar da internet ser praticamente inexistente na sua vida dentro da escola, a mensagem implícita do trabalho é que informação é equivalente a internet. E certamente, porque ninguém se preocupa por lhes explicar o que é a internet e como se procura informação na rede.

A situação é paradoxal. O próprio sistema, que se cansa de alertar sobre os perigos da internet e que continua a confiar a educação aos meios tradicionais, atira os miúdos para a net sem uma explicação ou preparação mínimos sobre como viver nesse novo ambiente.

Sei que este é só um caso particular, mas temo que seja muito mais geral do que poderíamos pensar. A razão é simples: a realidade é muito mais forte que os discursos bem intencionados e, finalmente, já quase toda a informação está na rede e, em contraposição, os meios educativos tradicionais continuam a apresentar informação muito limitada e não actualizada.

O sistema preocupa-se até à obsessão com conteúdos e meios cada vez mais obsoletos e deixa cada vez mais sós as crianças num espaço fulcral para a sua educação. E com o passar do tempo a lacuna aumenta e a necessidade de recorrer à internet é maior, por muito que o sistema trate de a obviar e actue como se não existisse.

Mas evitar a realidade para não ter de a assumir, tem os seus perigos. O caso do meu filho mostra-nos alguns destes paradoxos.

Por...
JURIS

É com prazer que abrimos este novo espaço de divulgação e comunicação.

Depressa se constatará como ele representa uma nova forma de estar. Quebrando as regras tradicionais, este sítio é interactivo.

Não se limita a ser lido ou a ser mais um local onde podem descarregar-se conteúdos.

Cada informação, cada notícia, pode ter a marca da sua intervenção. Directa. Imediata. Sem recurso a email. À distância de um clique pode estar a sua palavra feita opinião, sugestão ou recomendação, sempre que o entender.

No momento seguinte ela fará parte da alma deste sítio. Transparente e livre como nasceu.

 

 Maio de 2004

 
 


 

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