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Assunto n° 13139 |
Cuba: Amnistia Internacional pede libertação imediata, e não por fases, de 53 presos políticos |
09/07/2010 • 08:50 MM

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A Amnistia Internacional (AI) pediu hoje ao governo
cubano que liberte imediatamente 53 presos políticos,
em vez de o fazer faseadamente, como anunciou.
O governo do presidente cubano, Raúl Castro,
após a mediação da Igreja Católica de Cuba, anunciou a
intenção de libertar 52 presos políticos, cinco dos quais nas próximas
horas e os outros dentro de três ou quatro meses.
“Damos as boas vindas ao compromisso de libertação desses presos, mas
não há nenhuma razão para que os 53 presos não possam ser libertados
imediatamente”, afirmou a diretora do programa da AI para as Américas,
Susan Lee.
“Estes homens estão presos desde 2003 simplesmente por expressarem
pacificamente as suas crenças políticas e deveriam ser colocados em
liberdade, sem condições, agora”, realçou.
A Amnistia junta aos 52 um outro preso, o advogado Rolando Jiménez
Posada, que cumpre uma pena de 12 anos por “não respeitar a autoridade e
revelar segredos sobre a polícia de segurança do Estado”.
Os primeiros cinco presos que sairão das celas poderão viajar para
Espanha com as suas famílias e as autoridades cubanas afirmaram à Igreja
que os restantes 47 terão igualmente a possibilidade de saírem da ilha.
A AI assinala que não está claro que se lhes dê a possibilidade de
ficarem em Cuba.
“Obrigá-los a deixar o país seria outra forma de suprimir a liberdade
de expressão e movimento em Cuba”, considerou Lee. Ionline |
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