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   <title>JURIS</title>
   <link>http://doc.jurispro.net/</link>
   <description>JURIS - porque a vida n&#227;o &#233; s&#243; Direito</description>
   <language>pt</language>
   <docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>
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     <title>Ac&#243;rd&#227;o do Tribunal Constitucional n&#186; 339/2008 - DR n&#186;94,S&#233;rie I de 2008-05-15</title>
     <link>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=12847&amp;cat=1</link>
     <description>Tribunal Constitucional - Declara, com for&#231;a obrigat&#243;ria geral, a inconstitucionalidade das normas contidas nas al&#237;neas f) e l) do n.&#186; 1 do artigo 11.&#186; do Decreto Regulamentar n.&#186; 53/97, de 9 de Dezembro. Nos termos do artigo 282.&#186;, n.&#186; 4, da CRP, ressalvam-se, por motivos de seguran&#231;a jur&#237;dica, os efeitos produzidos at&#233; &#224; publica&#231;&#227;o deste ac&#243;rd&#227;o pelas normas cuja declara&#231;&#227;o de inconstitucionalidade agora se opera, sem preju&#237;zo dos casos ainda suscept&#237;veis de impugna&#231;&#227;o ou que dela se encontrem pendentes. [...]Ac&#243;rd&#227;o do Tribunal Constitucional n&#186; 339/2008 - DR n&#186;94, S&#233;rie I de 2008-05-15  (15/05/2008 - 09:08)</description>
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     <title>Estado contrata seguro para administra&#231;&#227;o fiscal</title>
     <link>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=12845&amp;cat=1</link>
     <description> O ministro das Finan&#231;as confirmou a cria&#231;&#227;o de um seguro para cobrir os riscos inerentes &#224; actividade de funcion&#225;rio p&#250;blico da Administra&#231;&#227;o Fiscal, tendo apelado a estes agentes para n&#227;o se deixarem intimar com amea&#231;as de contribuintes.&amp;quot;O Estado vai de facto constituir um seguro que permite cobrir a sua [dos funcion&#225;rios] responsabilidade civil extracontratual&amp;quot;, disse hoje Fernando Teixeira dos Santos em Bruxelas &#224; entrada de uma reuni&#227;o dos ministros das Finan&#231;as da Uni&#227;o Europeia.        O ministro lan&#231;ou um apelo aos funcion&#225;rios da administra&#231;&#227;o fiscal para se &amp;quot;concentrarem&amp;quot; na tarefa de fazer com que os contribuintes cumpram as suas obriga&#231;&#245;es fiscais e de recuperarem os atrasados e as d&#237;vidas existentes.  Os funcion&#225;rios da Direc&#231;&#227;o Geral dos Impostos &amp;quot;podem estar descansados que t&#234;m todo o apoio do director-geral, secret&#225;rio de estado, ministro e Governo&amp;quot;, assegurou o ministro. [...] In Verbis  (15/05/2008 - 09:02)</description>
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     <title>Falta de pol&#237;cias reduz patrulhas</title>
     <link>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=12844&amp;cat=1</link>
     <description>Para cumprir a determina&#231;&#227;o do Minist&#233;rio da Administra&#231;&#227;o Interna – ter pelo menos dois homens nas esquadras de pol&#237;cia ou postos da GNR –, estes ser&#227;o obrigados a cortar no servi&#231;o de rua ou nas horas de atendimento ao p&#250;blico, pelo menos at&#233; ao final do ano.&#201; que o refor&#231;o de dois mil homens (1100 para a GNR e 900 para a PSP), anunciado por Rui Pereira, s&#243; integra os respectivos contingentes no fim de 2008 e a determina&#231;&#227;o de um m&#237;nimo de dois homens nas instala&#231;&#245;es policiais entra em vigor at&#233; ao final do m&#234;s.No caso da PSP, a nova direc&#231;&#227;o nacional, chefiada pelo superintendente-chefe Oliveira Pereira, pediu aos comandantes distritais para acabarem com o chamados giros de esquadra – patrulhamento feito nos arredores do edif&#237;cio. &#201; o que acontece em Moscavide, o&amp;amp;shy;nde ocorreu a invas&#227;o que originou toda a pol&#233;mica. [...] Correio da Manh&#227;  (15/05/2008 - 08:56)</description>
   </item>
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     <title>Heran&#231;as e Div&#243;rcio com Partilha com atendimento &#250;nico na Guarda</title>
     <link>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=12843&amp;cat=1</link>
     <description>Heran&#231;as e Div&#243;rcio com Partilha com atendimento &#250;nico na Guarda. (...) O Balc&#227;o das Heran&#231;as &#233; um servi&#231;o em atendimento &#250;nico que permite realizar todas as opera&#231;&#245;es e actos relacionados com a sucess&#227;o por morte, como partilhar os bens do falecido entre os herdeiros, pagar os impostos devidos ou pedir ou realizar ou realizar todos os registos dos bens partilhados.  &amp;amp;nbsp; Por outro lado, o Balc&#227;o Div&#243;rcio com Partilha &#233; um servi&#231;o em atendimento &#250;nico que permite que, nos div&#243;rcios por m&#250;tuo consentimento realizados nas conservat&#243;rias do registo civil, se possam partilhar os bens do casal e realizar todas as formalidades envolvidas como partilhar os bens do casal, pagar os impostos devidos ou pedir ou realizar ou realizar todos os registos dos bens partilhados. [...] Portal da Justi&#231;a&amp;amp;nbsp;   (15/05/2008 - 08:28)</description>
   </item>
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     <title>Freitas do Amaral apresenta trabalho a que se tem dedicado</title>
     <link>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=12842&amp;cat=1</link>
     <description>Diogo Freitas do Amaral esteve o&amp;amp;shy;ntem na Faculdade de Direito da Universidade do Porto para dar uma li&#231;&#227;o fora do vulgar. O professor apresentou o esbo&#231;o de uma ideia a que se tem dedicado: As sete Constitui&#231;&#245;es informais da monarquia portuguesa.  Freitas do Amaral disse &#224; plateia de estudantes de Direito que n&#227;o pretendia apresentar uma conclus&#227;o, mas sim “um esbo&#231;o a l&#225;pis”. “Quero que um dia seja um desenho a &#243;leo numa tela”. O ex-diplomata discordou dos constitucionalistas, dizendo n&#227;o houve apenas uma Constitui&#231;&#227;o informal na monarquia em Portugal, mas sim, sete. “Existiram, portanto, 13, contando com as formais. Freitas do Amaral estabeleceu a distin&#231;&#227;o entre Constitui&#231;&#227;o informal e formal. [...] O Primeiro de Janeiro  (15/05/2008 - 08:16)</description>
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     <title>A v&#237;tima para al&#233;m do crime</title>
     <link>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=12841&amp;cat=1</link>
     <description> O Governo vai fazer um inqu&#233;rito nacional para avaliar o sentimento de inseguran&#231;a das pessoas e v&#237;timas de crimes. Este Inqu&#233;rito Nacional de Vitima&#231;&#227;o pretende tamb&#233;m aproximar os n&#250;meros da criminalidade reportada, aquela que &#233; alvo de queixa por parte do cidad&#227;o, aos da criminalidade que n&#227;o &#233; informada &#224;s for&#231;as policiais. A esses n&#250;meros chamam-se “cifras negras” e normalmente s&#227;o muito superiores aos &#237;ndices anuais de criminalidade. “Sabemos que h&#225; uma percentagem muito grande de crime em que, dizem os estudiosos desta mat&#233;ria, mais de 50 por cento desta criminalidade n&#227;o &#233; reportada”, adiantou o general Leonel Carvalho, respons&#225;vel pelo Gabinete Coordenador de Seguran&#231;a (GCS), que todos os anos tem a incumb&#234;ncia de realizar o Relat&#243;rio de Seguran&#231;a Interna. [...] O Primeiro de Janeiro  (15/05/2008 - 08:01)</description>
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     <title></title>
     <link>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=&amp;cat=</link>
     <description>Muito prejudicado pelo presente regime, ao ponto de nem poder trabalhar ... mas estamos perante impasse. Como viver em Estado de Direito, seja Democr&#225;tico, seja Social, sem partidos pol&#237;ticos?Espero opini&#227;o avalisada, pois leio atentamente os coment&#225;rios... e pena &#233; que n&#227;o seja nesta p&#225;gima objecto de maiores desenvolvimentos.  (14/05/2008 - 19:34)</description>
   </item>
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     <title>Mapa judicial ‘p&#245;e em causa’ o Estado de Direito</title>
     <link>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=12839&amp;cat=1</link>
     <description>    PGR alertou deputados para os perigos da reorganiza&#231;&#227;o.Pinto Monteiro fala de “grave atentado ao Estado de Direito”.Procurador-geral da Rep&#250;blica alerta para aspectos “perigosos” da nova organiza&#231;&#227;o dos tribunais proposta pelo Governo.Baston&#225;rio da Ordem dos Advogados criticou o diploma por considerar que este promove a autocracia dos ju&#237;zes  Os deputados da comiss&#227;o parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias quiseram ouvir a opini&#227;o do Procurador-geral da Rep&#250;blica e do baston&#225;rio da Ordem dos Advogados sobre a nova organiza&#231;&#227;o dos tribunais, que ficou conhecida como mapa judici&#225;rio. E de ambos quase s&#243; ouviram cr&#237;ticas. “&#201; um grave atentado ao Estado de Direito”, considerou Pinto Monteiro; “H&#225; autocracia”, acentuou Marinho Pinto.[...] Jornal de Not&#237;ciasFonte: SMMP  (14/05/2008 - 18:01)</description>
   </item>
   <item>
     <title>Corrup&#231;&#227;o: &amp;quot;&#201; ingenuidade pensar que se pode combater eficazmente sem gastar dinheiro&amp;quot;, especialis</title>
     <link>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=12838&amp;cat=2</link>
     <description>Um especialista brit&#226;nico disse hoje que &#233; &amp;quot;ingenuidade&amp;quot; um pa&#237;s pensar que pode enfrentar eficazmente a corrup&#231;&#227;o sem gastar dinheiro, considerando que a vontade pol&#237;tica para combater este crime n&#227;o se deve limitar aos per&#237;odos eleitorais. &amp;quot;&#201; ing&#233;nuo um pa&#237;s pensar que pode combater a corrup&#231;&#227;o sem gastar dinheiro, dinheiro que &#233; proveniente dos impostos, fundos votados no parlamento&amp;quot;, disse Bertrand Speville &#224; ag&#234;ncia Lusa &#224; margem da sess&#227;o de abertura do segundo encontro de ag&#234;ncias anti-corrup&#231;&#227;o, que decorre at&#233; sexta-feira em Lisboa.  Segundo Speville, que faz aconselhamento para v&#225;rios governos em mat&#233;rias anti-corrup&#231;&#227;o, se os pa&#237;ses n&#227;o estiverem preparados &amp;quot;para gastar fundos p&#250;blicos substanciais na luta contra a corrup&#231;&#227;o, mais vale nem come&#231;ar&amp;quot;.&amp;amp;nbsp;[...] Lusa  (14/05/2008 - 17:43)</description>
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     <title></title>
     <link>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=12822&amp;cat=1</link>
     <description>Estranho duas coisas: a primeira &#233; que um baston&#225;rio se possa&amp;amp;nbsp;esquecer da raz&#227;o pelo qual este crime passou a ser p&#250;blico (feminismo :s!) e o papel das ditas &amp;quot;reconcilia&#231;&#245;es&amp;quot; que existem, a segunda &#233; que possa ter&amp;amp;nbsp; feito uso a palavra &amp;quot;vigarices&amp;quot; para evitar a condena&#231;&#227;o (a deontologia n&#227;o veda que um advogado use de vigarices? e depois dizem que a profiss&#227;o &#233; mal vista na sociedade!).  (14/05/2008 - 17:24)</description>
   </item>
   <item>
     <title>Ministro anuncia cria&#231;&#227;o de seguro para proteger funcion&#225;rios da administra&#231;&#227;o fiscal</title>
     <link>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=12836&amp;cat=1</link>
     <description>O ministro das Finan&#231;as confirmou hoje a cria&#231;&#227;o de um seguro para cobrir os riscos inerentes &#224; actividade de funcion&#225;rio p&#250;blico da Administra&#231;&#227;o Fiscal, tendo apelado a estes agentes para n&#227;o se deixarem intimidar com amea&#231;as de contribuintes. &amp;quot;O Estado vai de facto constituir um seguro que permite cobrir a sua [dos funcion&#225;rios] responsabilidade civil extracontratual&amp;quot;, disse hoje Fernando Teixeira dos Santos em Bruxelas &#224; entrada de uma reuni&#227;o dos ministros das Finan&#231;as da Uni&#227;o Europeia. O ministro lan&#231;ou um apelo aos funcion&#225;rios da administra&#231;&#227;o fiscal para se &amp;quot;concentrarem&amp;quot; na tarefa de fazer com que os contribuintes cumpram as suas obriga&#231;&#245;es fiscais e de recuperarem os atrasados e as d&#237;vidas existentes. [...] Jornal de Neg&#243;cios  (14/05/2008 - 13:40)</description>
   </item>
   <item>
     <title>Pinto Monteiro fala de &amp;quot;grave atentado ao Estado de Direito&amp;quot;</title>
     <link>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=12833&amp;cat=1</link>
     <description>Pinto Monteiro fala de &amp;quot;grave atentado ao Estado de Direito&amp;quot;&amp;amp;nbsp; Os deputados da comiss&#227;o parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias quiseram ouvir a opini&#227;o do procurador-geral da Rep&#250;blica e do baston&#225;rio da Ordem dos Advogados sobre a nova organiza&#231;&#227;o dos tribunais, que ficou conhecida como mapa judici&#225;rio. E de ambos quase s&#243; ouviram cr&#237;ticas. &amp;quot;&#201; um grave atentado ao Estado de Direito&amp;quot;, considerou Pinto Monteiro; &amp;quot;H&#225; autocracia&amp;quot;, acentuou Marinho Pinto. A interven&#231;&#227;o do procurador provocou uma reac&#231;&#227;o inusitada da deputada socialista S&#243;nia Sanfona, que acusou o magistrado de ter sido &amp;quot;tremendista&amp;quot;. Mas acabou por admitir &amp;quot;abertura&amp;quot; da maioria para introduzir altera&#231;&#245;es no diploma proposto pelo Governo. Toda a Oposi&#231;&#227;o gostou do que ouviu.&amp;amp;nbsp; [...] Jornal de Not&#237;cias  (14/05/2008 - 08:46)</description>
   </item>
   <item>
     <title>Baston&#225;rio contra fim da culpa no div&#243;rcio</title>
     <link>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=12832&amp;cat=1</link>
     <description>Pinto Monteiro e Marinho Pinto foram instados a pronunciar-se sobre os projectos de lei do div&#243;rcio, do PS e do BE, que est&#227;o em discuss&#227;o na especialidade e que simplificam aquele processo.  O procurador-geral da Rep&#250;blica recusou pronunciar-se sobre as leis, por estas representarem op&#231;&#245;es pol&#237;ticas, mas, dada a insist&#234;ncia do deputado do CDS-PP Nuno Melo, acabou por admitir que os diplomas &amp;quot;criam maior instabilidade no casamento&amp;quot;. J&#225; o baston&#225;rio da Ordem dos Advogados manifestou oposi&#231;&#227;o ao fim da culpa, como fundamento para cessa&#231;&#227;o do casamento. [...] Jornal de Not&#237;cias  (14/05/2008 - 08:41)</description>
   </item>
   <item>
     <title>Cavaco quer ter &#250;ltima palavra nos poderes da PJ</title>
     <link>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=12831&amp;cat=1</link>
     <description>&#201; uma forma de actua&#231;&#227;o do Governo que merece a segunda reprova&#231;&#227;o de Cavaco Silva em apenas tr&#234;s meses depois da lei dos v&#237;nculos e carreiras da Administra&#231;&#227;o P&#250;blica, o presidente da Rep&#250;blica mandou para fiscaliza&#231;&#227;o do Tribunal Constitucional a nova lei org&#226;nica da PJ, alegando de novo que a legisla&#231;&#227;o remete para uma simples portaria mat&#233;rias que considera decisivas.  Desta vez, trata-se das &amp;quot;compet&#234;ncias espec&#237;ficas&amp;quot; de cada unidade da Judici&#225;ria, que o presidente considera poderem &amp;quot;afectar direitos, liberdades e garantias dos cidad&#227;os&amp;quot; [...] Jornal de Not&#237;cias  (14/05/2008 - 08:37)</description>
   </item>
   <item>
     <title>Novo director da PJ j&#225; tem equipa</title>
     <link>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=12829&amp;cat=1</link>
     <description>O novo director nacional da Pol&#237;cia Judici&#225;ria (PJ), Almeida Rodrigues, vai manter nos cargos de directores nacionais adjuntos Pedro do Carmo, Baptista Rom&#227;o, Andr&#233; Vaz e Moreira da Silva. Dos seis directores nacionais adjuntos que integravam a equipa do anterior respons&#225;vel pela PJ, Al&#237;pio Ribeiro, s&#243; os procuradores Baltazar Pinto e Manuel Gon&#231;alves pediram a exonera&#231;&#227;o, entretanto aceite. Ant&#243;nio Almeida Rodrigues, primeiro investigador de carreira a assumir a lideran&#231;a da PJ, dever&#225; manter o n&#250;cleo dirigente do seu antecessor, pelo menos at&#233; &#224; entrada em vigor da nova Lei Org&#226;nica da Pol&#237;cia Judici&#225;ria, segundo disse &#224; Lusa fonte da institui&#231;&#227;o. [...] DN o&amp;amp;shy;nline  (14/05/2008 - 08:28)</description>
   </item>
   <item>
     <title>Viol&#234;ncia dom&#233;stica n&#227;o devia ser crime p&#250;blico</title>
     <link>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=12828&amp;cat=1</link>
     <description>O baston&#225;rio da Ordem dos Advogados, Marinho Pinto, defendeu o&amp;amp;shy;ntem no Parlamento que a viol&#234;ncia dom&#233;stica n&#227;o deveria ser crime p&#250;blico. Este modelo inviabiliza a desist&#234;ncia do processo ainda que a v&#237;tima assim o pretenda, argumentou o baston&#225;rio, pedindo que se deixe &#224;s v&#237;timas o poder de acusar ou n&#227;o.  Numa audi&#231;&#227;o na comiss&#227;o parlamentar de Assuntos Constitucionais, Ant&#243;nio Marinho Pinto invocou a sua experi&#234;ncia como advogado para afirmar que j&#225; teve um caso em que um casal se reconciliou durante o processo. Pelo que &amp;quot;teve de se fazer umas vigarices&amp;quot; para evitar que o arguido fosse condenado, acrescentou. O advogado apontou ainda um &amp;quot;feminismo entranhado&amp;quot; nas leis.&amp;amp;nbsp; [...] DN o&amp;amp;shy;nline  (14/05/2008 - 08:25)</description>
   </item>
   <item>
     <title>Baston&#225;rio diz que novo mapa judici&#225;rio pretende agradar aos ju&#237;zes</title>
     <link>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=12827&amp;cat=1</link>
     <description>O baston&#225;rio da Ordem dos Advogados critica o novo mapa judici&#225;rio. Marinho Pinto diz que a reforma foi feita para agradar aos ju&#237;zes, promovendo uma &#171;autocracia&#187; no mundo tribunais. O baston&#225;rio da Ordem dos Advogados acusa o Governo de ter cedido aos interesses dos ju&#237;zes na elabora&#231;&#227;o do novo mapa judici&#225;rio. Marinho Pinto foi ouvido, esta segunda-feira, no Parlamento sobre o mapa que j&#225; foi aprovado pelos deputados na generalidade.Para o baston&#225;rio dos advogados o mapa judici&#225;rio representa um &#171;retrocesso&#187; e empurra os tribunais para a era do pr&#233;-25 de Abril. A reforma est&#225; tamb&#233;m longe de servir os interesses dos cidad&#227;os. Esta &#233; pelo menos a opini&#227;o do baston&#225;rio da Ordem dos Advogados. [...] TSF  (14/05/2008 - 08:15)</description>
   </item>
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     <title></title>
     <link>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=&amp;cat=</link>
     <description>Estaremos - pela minha an&#225;lise - a assitir ao in&#237;cio da derrocado do actual governo. &#201; sintom&#225;tico que hoje, S.E. o Presidente da Rep&#250;blica n&#227;o se furte a&amp;amp;nbsp;dizer &#224; comunica&#231;&#227;o social,&amp;amp;nbsp;de microfone aberto, que o governo n&#227;o pode regular mat&#233;rias que contendem com direitos fundamentais do cidad&#227;o&amp;amp;nbsp;recorrendo &amp;amp;nbsp;a&amp;amp;nbsp;portaria;&amp;amp;nbsp;semelhantemente, &amp;amp;nbsp;S. E. o Procurador-Geral da Rep&#250;blica, veio dizer, nas mesmas condi&#231;&#245;es, que o novo Mapa Judici&#225;rio p&#245;e em causa o Estado de Direito.  Caros Leitores: pre-anuncio o fim deste governo, que fez algumas reformas - porventura &#250;teis, mas que de nada servem, se n&#227;o respondem aos concretos problemas das pessoas. Essa &amp;quot;cambada&amp;quot; de pol&#237;ticos que nos t&#234;m governado nos &#250;ltimos 34 anos, sa&#237;dos dos direct&#243;rios dos partidos, na base do t&#225;fico de influ&#234;ncias, da compra de votos, etc. etc., que n&#227;o designados pela sua compet&#234;ncia, (alicer&#231;ada por ex. numa vida profissional longa, consistente, sujeita ao cumprimento de objectivos, eventualmente no sector privado - o&amp;amp;shy;nde a vida custa), s&#243; t&#234;m servido para nos desgra&#231;ar. Na verdade, pedem-nos sacrif&#237;cios h&#225; tr&#232;s d&#233;cadas e meia de anos, e estamos cada vez pior. Viva uma REFUNDA&#199;&#195;O do regime, n&#227;o baseada nos partidos pol&#237;ticos. Essa concep&#231;&#227;o, ter&#225; sido a desgra&#231;a de todos n&#243;s; a origem de quase todos os males; a patria adiada; o inferno.     (13/05/2008 - 22:14)</description>
   </item>
   <item>
     <title>Mapa Judici&#225;rio: PGR acusa diploma de p&#244;r em causa Estado de Direito e estatuto do Minist&#233;rio P&#250;blic</title>
     <link>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=12822&amp;cat=1</link>
     <description>Mapa Judici&#225;rio: PGR acusa diploma de p&#244;r em causa Estado de Direito e estatuto do Minist&#233;rio P&#250;blico. O Procurador-Geral da Rep&#250;blica (PGR), Pinto Monteiro, criticou hoje no Parlamento o novo mapa judici&#225;rio, considerando que este dificulta o acesso dos cidad&#227;os &#224; Justi&#231;a e n&#227;o respeita o estatuto e autonomia do Minist&#233;rio P&#250;blico. &amp;quot;Esta lei [de Organiza&#231;&#227;o e Funcionamento dos Tribunais Judiciais] comete graves atentados ao Estado de Direito Democr&#225;tico&amp;quot;, acusou Pinto Monteiro na Comiss&#227;o Parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, no &#226;mbito da discuss&#227;o na especialidade do novo mapa judici&#225;rio. Pinto Monteiro mostrou-se preocupado com os poderes (de representa&#231;&#227;o, de direc&#231;&#227;o e gest&#227;o processual, administrativa e funcional) atribu&#237;dos ao juiz-presidente, admitindo que os mesmos poder&#227;o colidir com a autonomia e o estatuto dos magistrados do Minist&#233;rio P&#250;blico (MP) que trabalham nos tribunais. &amp;quot;O MP tem de ser tratado em paridade com o poder judicial. Se se quer uma Justi&#231;a mais c&#233;lere e pr&#243;xima do cidad&#227;o, a Casa Judici&#225;ria tem de ter ju&#237;zes, magistrados do MP, funcion&#225;rios judiciais, advogados. N&#227;o se pode ter uma boa Justi&#231;a se se puser acento t&#243;nico apenas num dos intervenientes&amp;quot;, criticou. [...] Lusa  (13/05/2008 - 19:36)</description>
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     <title>Inspector da Administra&#231;&#227;o Interna alerta para possibilidade inqu&#233;ritos &amp;quot;mal feitos&amp;quot; devido redu&#231;&#227;</title>
     <link>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=12821&amp;cat=1</link>
     <description>Inspector da Administra&#231;&#227;o Interna alerta para possibilidade inqu&#233;ritos &amp;quot;mal feitos&amp;quot; devido redu&#231;&#227;o de prazos.O inspector-geral da Administra&#231;&#227;o Interna (IGAI) disse hoje, em Faro, que a redu&#231;&#227;o de prazos prevista na recente reforma penal pode conduzir a inqu&#233;ritos &amp;quot;mal feitos&amp;quot; e mostrou-se convencido que os C&#243;digos ser&#227;o alvo de &amp;quot;retoques&amp;quot;. &amp;quot;Corre-se o risco de haver inqu&#233;ritos mal feitos e recolhas de provas precipitadas&amp;quot;, disse Ant&#243;nio Clemente Lima, defendendo a agiliza&#231;&#227;o dos prazos e a implementa&#231;&#227;o de &amp;quot;v&#225;lvulas de escape&amp;quot; para determinados casos. O respons&#225;vel da Inspec&#231;&#227;o-Geral da Administra&#231;&#227;o Interna (IGAI) falava aos jornalistas &#224; margem do semin&#225;rio &amp;quot;Reforma Penal e Processual Penal&amp;quot;, cuja sess&#227;o de abertura foi presidida pelo ministro da Administra&#231;&#227;o Interna, Rui Pereira, que coordenou a Unidade de Miss&#227;o para a Reforma Penal. Defendendo que a diminui&#231;&#227;o dos prazos para os inqu&#233;ritos n&#227;o pode reger-se por uma s&#243; regra, apontou o exemplo da criminalidade organizada, &#225;rea em que &amp;quot;dificilmente se cumprir&#227;o prazos restritos&amp;quot;. [...] Lusa  (13/05/2008 - 17:59)</description>
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