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news_artigo.gifARTIGOS DE FUNDO - Técnicas de defesa num ataque verbal

Às vezes ficamos estáticos, sem saber o que responder perante um ataque verbal. Só depois de vários minutos é que nos ocorre uma resposta audaz. Para Bárbara Berckhan, especialista em Comunicação, o motivo deste comportamento está no facto de tomarmos como padrão as réplicas brilhantes e engenhosas de alguns protagonistas de filmes.

“O que poucos dizem é que nos filmes há muita gente que trabalha noites a fio. Na vida quotidiana não podemos contar com alguém que nos invente um par de respostas desconcertantes. E se nos dá uma branca, nenhum director grita ‘cortem!' e a cena repete-se”, acrescenta a autora de Como defender-se dos ataques verbais. Além disso, “como os agressores não anunciam as suas ofensivas, apanham-nos desprevenidos e isso coloca-os em posição de vantagem”.

Com todos estes ingredientes, é normal que se fique bloqueado, que não nos venha à cabeça algo engenhoso, mesmo que pela nossa mente passem todos os tipos de pensamentos. Enfim, sejamos realistas. Se nos reconhecemos como uma pessoa tímida, lenta nas respostas, muito cortês ou algo desajeitada, não fiquemos obcecados em calar o oponente com uma frase taxativa, mas também não desistamos perante as piadas que alguém nos mande.

Nestas linhas vamos dar sugestões para ganhar a batalha verbal nas situações quotidianas, essas onde as expectativas do agressor se cumprem porque nos exaltamos, nos tornamos insolentes, ficamos calados e viramos costas. Sinais todos eles evidentes que ganhou. Pois bem, deixemos de dançar ao som da música dele e vejamos na sua cara o assombro por que tanto esperamos.

Como encostar o ofensor à parede

1. Rebater o comentário

Enfrentemos as frases pouco construtivas como se não entendêssemos as palavras que nos diz. “O teu rendimento está abaixo de zero”. O que é que entende por estar abaixo de zero? E assim com tudo. Apanhemos a palavra ofensiva e juntemos frases como: “Que quer dizer com...? Que significa...? A que se refere com...?”. Deste modo o interlocutor ver-se-á obrigado a raciocinar sobre o seu grandiloquente comentário (se conseguir). Enquanto isso, conseguimos ganhar tempo para discorrer sobre o que se está a passar e para pensar no passo seguinte.

2. Ignorar o ataque

Permaneçamos calados e respondamos com linguagem corporal. Para isso, depois do comentário que nos feriu, olhemos o agressor com os olhos muito abertos, como se estivéssemos diante de um extraterrestre. Não pronunciemos nem uma palavra. Depois, podemos sorrir-lhe sabiamente como se tivéssemos tido uma ideia luminosa ou tivéssemos encontrado as respostas para as famosas perguntas "de onde vimos? e para onde vamos?". Depois, respirar fundo e não gastar mais energias, continuando o que estávamos a fazer.

3. Responder com brevidade para cortar a conversação

Para se ser perspicaz não faz falta mais que umas poucas sílabas. Basta um simples: “Não diga!”, “aah”, “estou a ver”, “vá, vá”, para anular um ataque sem grandes esforços. Mais nada. Com isso podemos desmontar uma frase insolente, pois demonstramos a pequenez do ataque, que não vale a pena gastar mais palavras, que não lhe damos importância. E isso, dito como nós sabemos, pode soar muito, mas mesmo muito, acutilante.

4. Confundi-lo com a resposta

Existe um princípio de comunicação simples: tudo o que é dito tem algum sentido. Assim, cada vez que alguém nos fala, o cérebro procura automaticamente a lógica das palavras para responder algo congruente. Pois bem, se respondemos ao ataque com uma frase que está fora do contexto (basta um refrão), iremos desconcertar o agressor. O que acontece se ele perguntar pelo sentido da frase? Vamos convidá-lo a descobrir. Será suficiente um “pense nisso com tranquilidade” ou “eu também levei tempo a descobri-lo. Não desanime”.

5. Demonstrar que é ele quem tem o problema

Ninguém pode comunicar algo sem revelar uma parte de si mesmo ou do seu estado de espírito. Portanto, não nos concentremos no que diz, mas na forma como o diz. Se contra-atacamos, estamos a demonstrar que tomamos a sério as suas palavras. Melhor, façamos ver que é ele quem tem um problema pessoal, dizendo algo como: “Vejo que está muito alterado, quando estiver mais calmo, falamos”. Isto pode servir qualquer estado de espírito: excitação, cepticismo, rejeição, etc.

6. Mudar de tema

Desviar o ataque, falar sobre algo que não tenha nada a ver com o que disse. Quanto mais insubstancial for o tema, melhor. Qualquer assunto serve para desviar a conversa. Quem utiliza esta técnica recorre a temas correntes que gostava de comentar ou sobre os que ultimamente se discutem. Assim demonstra-se que as palavras do outro não nos afectam. Não nos justificamos já que não temos razão para o fazer. Na volta, dominamos a conversação pois o comentário do outro fica fora de contexto.



Criado em: 09/10/2007 • 14:35
Actualizado em: 09/10/2007 • 14:44
Categoria : ARTIGOS DE FUNDO


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Comentários


Comentário n°2 

afonso 03/05/2013 • 17:04

esclarecedor o artigo em pauta ...e

Comentário n°1 

JOAO FRANCISCO DE OLIVEIRA 10/04/2009 • 15:32

Muito bom este artigo, vai me dar uma base inicial para utilizar em varias vertentes do contexto social.

  Nenhum pássaro voa mais alto do que com as suas próprias asas  William Blake
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