Menu
Qui Quae Quod

Fechar Responsabilidade Social Corporativa

Fechar ARTIGOS DE OPINIÃO

Fechar Justiça Restaurativa

Fechar Multiculturalismo

Fechar Dossier Europa

Fechar ARTIGOS DE FUNDO

Fechar ARTIGOS DE FUNDO II

Fechar ARTIGOS DE FUNDO III

Fechar TENDÊNCIAS 21

Fechar CIBERDIREITOS

Fechar No gesto da procura

Fechar Os erros do ditado

Fechar Para ler e deitar fora

Fechar O canto dos prosadores

Fechar UTILITÁRIOS

Fechar Apresentações

Fechar Barra JURIS

Fechar CANCIONEIRO de Castelões

Fechar Coisas e loisas da língua portuguesa

Fechar DIVULGAÇÃO DE LIVROS

Fechar Delitos Informáticos

Fechar Encontros

Fechar JURISPRUDÊNCIA

Fechar Livros Maravilhosos

Fechar MANUAL DE REQUERIMENTOS

Fechar NeoFronteras

Fechar Nova Lei das Rendas

Fechar O canto dos poetas

Fechar Vinho do Porto

Fechar Workshops

Relax
Pesquisar



Visitas

   visitantes

   visitantes online

PREFERÊNCIAS

Voltar a ligar
---

Nome

Password


SOS Virus

Computador lento?
Suspeita de vírus?
Fora com eles!
AdwCleaner

tira teimas!
--Windows--

Já deu uma vista de olhos pelas gordas de hoje?


Desde 2004
news_artigo.gifARTIGOS DE FUNDO - Crianças super protegidas sofrem tantos danos como os abandonados

As crianças super protegidas sofrem tantos danos como os abandonados, assim o dizem vários especialistas na revista 'Fazer Família'.

Na reportagem 'O teu filho sabe enfrentar os seus problemas?', afirma-se que se se dá às crianças "ajuda desnecessária" é provável que se faça delas "crianças com falta de autonomia pessoal, inseguras, dependentes em excesso dos adultos, pouco criativas e, portanto, vulneráveis e incapazes de chegar a uma completa maturidade".

A publicação entrevista "algumas vivências problemáticas" pelas quais podem passar as crianças de 7 a 12 anos como: não acabar por integrar-se na classe, querer ser sempre o primeiro, ter baixos resultados académicos e não estudar diariamente, frequentes faltas de disciplina e mau comportamento.

Também foca as situações em que os companheiros provocam ou se metem com os outros por ser baixinho, muito alto, gordinho, ter cabelo encaracolado ou pouco cabelo... e as outras situações que habitualmente acontecem como deixar em casa ou na sala material importante, como o equipamento da ginástica, os deveres, etc.

Professores e psicólogos afirmam que quando os pais intervêm directamente, desculpam o filho continuamente e vêem o problema sempre nos outros, isso não costuma solucionar os conflitos, pelo contrário, aumentam-nos e acabam normalmente por degradar o ambiente de grupo.

"Logicamente, o nosso maior desejo é que os nossos filhos sejam felizes e para isso desejamos evitar-lhes sofrimentos "desnecessários", mas poupar-lhes todo o tipo de problemas intervindo nas suas vidas cada vez que surge uma dificuldade, é privá-los de uma aprendizagem necessária".

Numa entrevista a Boris Cyrulnik, o chamado 'psiquiatra da esperança', ele defende que "é necessário que a criança conheça o medo para que possa superá-lo, privá-lo dele é uma maneira de convertê-lo em vulnerável".

ENCONTRAR SOLUÇÕES

Por sua vez, a psicóloga clínica María Gracia Cavestany recomenda ensinar os filhos a resolver os seus problemas, confiando na sua capacidade para encontrar soluções.

"Ensinar os nossos filhos a resolver problemas é ensiná-los a procurar soluções e depois ensiná-los a encaixar com humildade e alegria os seus sucessos e a aceitar os seus fracassos quando não conseguem os seus objectivos. Temos que estar perto da criança e supervisionar respeitosamente as suas acções, o seu fazer. Para isso, é preciso confiar na criança, na sua capacidade para encontrar as soluções, as suas soluções", destaca a especialista.

Para Cavestany, "se resolvemos tudo, eles perdem uma óptima ocasião de aprender", por isso "a ajuda é ajudá-los a desenvolver gradualmente os seus próprios recursos".

Conclui afirmando que as pessoas que estiveram super protegidas, "tiveram menos oportunidades de aprender e isto costuma torná-las inseguras, menos criativas para a vida e começam a sentir que enganar-se é algo tão horrível, que as deixa por vezes paralisadas".



Criado em: 11/04/2007 • 09:16
Actualizado em: 11/04/2007 • 09:18
Categoria : ARTIGOS DE FUNDO


Imprimir Imprimir

Comentários


Comentário n°1 

liliana rocha 01/06/2009 • 12:22

u faltar as aulas não quer dixer nd...

eu tambm falto ax aulas n faxu ax vexex ux deverex e n xou mimada ux meux pais não fazem grande coisa pa xer mimada dão m a iducação xerta por ixo tem k kurrigir exte texto.

de rexto ta muito bom parabenx


  A imaginação é mais importante que o conhecimento  Albert Einstein
^ Topo ^