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sujet.gifTENDÊNCIAS 21 - A Internet deixará de ser virtual dentro de 10 anos

A empresa Gartner Inc. acaba de publicar o relatório Emerging Technologies Hype Cycle 2006 sobre as tendências chave das novas tecnologias que mais se utilizarão e mudarão o mundo dos negócios na próxima década.

No horizonte dos próximos dez anos destacam-se três grandes grupos de tecnologias informáticas: a nova Internet ou Web 2.0, o Real World Web, ou interacção da Internet com o mundo real, e as arquitecturas de aplicações, ou infra-estruturas informáticas básicas das aplicações.

Mesmo que a maioria delas ainda tenha pela frente um prazo de dois anos para que acabem de amadurecer e se difundir, as empresas tenderão cada vez mais a utilizá-las para melhorar a sua gestão, com a consequente economia de custos e até lucro.

Gartner Inc. é uma companhia de Stamford (Estados Unidos) que se dedica a prestar consultadoria aos seus clientes sobre tecnologia, com o objectivo de, assim se lê no seu seu site, ajudar a adoptar "as decisões correctas” para a aplicação das novas tecnologias nas suas empresas ou organizações.

Fundada em 1979, Gartner conta actualmente com 3.700 associados, 1.200 analistas e consultores provenientes de 75 países, num total de 45.000 clientes no mundo inteiro. O seu trabalho centra-se sobretudo em compreender os padrões e descobrir as tendências das novas tecnologias.

Emerging Technologies Hype Cycle 2006 é um relatório prospectivista sobre as tecnologias chave e suas aplicações, que esta empresa publica anualmente. Neste relatório assinala-se que as tecnologias Web 2.0 e os modelos de negócio dominarão as tecnologias emergentes, a par do Real World Web e as aplicações para arquitectura. A projecção abrange um período de dez anos.

Três grandes chaves

A empresa assinalou num comunicado três grandes temas que na actualidade têm já uma actividade significativa, não se sabendo ainda qual deles terá maior impacto no mundo empresarial.

O primeiro destes três grandes temas seria a “próxima” Internet ou Web 2.0. Este termo, cunhado pela empresa O'Reilly Media em 2004, faz referência a uma segunda geração de serviços baseados na Rede e que permitiriam que o público trabalhasse em comum e partilhasse a informação online com novas fórmulas.

Este termo tornou-se cada vez mais popular, com tendências e modelos de negócio para Internet muito recentes. Gartner assinala, entre os que se estenderão mais, por exemplo, o Social Network Analysis ou SNA (análise de redes sociais ou ARS). Este é um sistema que permite novas atitudes de aplicações verticais de rendimento que permitirão economizar custos e até rentabilizar o lucro às empresas.

O SNA consiste no uso de informação sobre muitas pessoas e das suas redes de relações pessoais. Permite recompilar quantidades em massa de dados de múltiplas fontes, analisá-los para identificar as relações e aproveitá-las para novos conhecimentos. Pode ser muito positivo para as empresas, porque poderia utilizar-se para identificar objectivos de mercado ou gerar grupos de trabalho bem sucedidos, entre outras possibilidades. O SNA alcançará a sua maturidade em menos de dois anos, afirma Gartner.

Outras ferramentas Web 2.0

O estudo prospectivista refere-se também ao sistema Ajax, uma técnica de desenvolvimento web para uma geração de aplicações interactivas que facilitam o uso da Rede, como outra das estrelas tecnológicas da próxima década. Também se fala do Collective Intelligence, que permite novas formas de negócios entre indústrias que darão lugar a grandes mudanças nas dinâmicas industriais.

Por último, o sistema Mashup de melhorias para processos estabelecidos, que aumentarão a economia ou o lucro das empresas. Um “mashup” é uma aplicação web ou sítio da web que utiliza conteúdos de mais de uma fonte para criar um serviço completo. Graças a eles, qualquer um pode combinar dados que existam, por exemplo, em eBay com os quais haja em Google ou Yahoo.

A segunda grande chave que assinala Gartner é o chamado Real World Web. O mundo da web deixará de ser “virtual”, e passará a ser partilhado com o mundo que nos rodeia ou “real”. Termos sumamente abstractos que pretendem significar que, graças a microprocessadores, sensores e aplicações, a Internet poderá interagir com o mundo que nos rodeia, saindo do universo virtual para o real.

Tecnologias que o tornarão possível

As Location-aware technologies, por exemplo, também atingirão a sua maturidade aproximadamente daqui a dois anos, assinala Garnet: trata-se de programas informáticos que permitem às empresas ter um sistema de localização inteligente. Assim, poderá encontrar as pessoas necessárias ou recursos muito mais rapidamente, simplificar as ligações através dos telemóveis e da voz, assim como melhorar a segurança e a efectividade das redes Wi-Fi. Utiliza GPS (global positioning system) e GPS assistido, além de uma rede de telefonia celular e microtelefonia para localizar os utilizadores dos telemóveis.

As Location-aware applications, por sua vez, estabelecer-se-ão em menos de cinco anos, com serviços de GPS para apoiar processos e actividades empresariais, como gestão de vendas. Por último, o Sensor Mesh Networks, formado por engrenagens dinâmicas de pares de nós, cada um dos quais inclui um sistema de redes e capacidades informáticas e sensoriais.

Sensor Mesh Network serve para canalizar dados, voz e instruções entre vários nós e é uma fórmula muito segura de comunicação, porque pode funcionar até quando um dos nós se avaria ou a ligação não é óptima.

Arquitectura de aplicações

O software architecture ou os systems software architecture são representações de um sistema de software, assim como dos seus processos e disciplinas, que permitem melhorar de maneira efectiva os desenhos do sistema ou sistemas. Falamos portanto das infra-estruturas informáticas que fornecem as bases das aplicações do mundo empresarial moderno.

Uma destas infra-estruturas seria o Event-driven Architecture ou EDA, para aplicações distribuídas nas quais certas funções se dividem em componentes modulares, encapsulados e repartiveis, alguns dos quais se activam perante “objectos evento” ou event objects gerados directamente por uma aplicação ou algum agente não invasivo, como por exemplo, o exame do cabeçalho ou dos conteúdos de alguma mensagem.

Os complexos eventos de processamento de EDA utilizam-se actualmente no comércio financeiro e energético, nas correntes de abastecimento, na detecção de fraudes e nas telecomunicações, entre outros.

Web Semântica

O Model-driven Architecture também estará na primeira linha: é um software de aproximação de desenho, proposto e patrocinado pelo Object Management Group. Trata-se de uma arquitectura que fornece uma série de guias para estruturar especificações indicadas como modelos.

Graças a esta metodologia, a funcionalidade do sistema definir-se-ia como um modelo de plataforma independente através de uma linguagem específica do domínio. Serviria para moldar ou sistematizar os processos empresariais, entre outras aplicações.

Por último, Gartner assinala a próxima chegada do chamado Corporate Semantic Site dentro da arquitectura de aplicações. Trata-se da chamada “Web Semântica” que requereria, para o seu desenvolvimento, da utilização de outras linguagens como o XML ou o RDF, que dotariam cada página, arquivo ou recursos e conteúdos da rede, de uma lógica e um significado que permitiriam aos computadores conhecer o significado da informação, de maneira que esta, além de aparecer no ecrã, possa ser integrada e reutilizada.


Yaiza Martínez
Tradução JURIS
Ligação para o artigo original
Parceria JURIS - Tendencias 21


Criado em: 13/09/2006 • 19:36
Actualizado em: 14/09/2006 • 11:06
Categoria : TENDÊNCIAS 21


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