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TENDÊNCIAS 21 - Tendemos a ajudar só quem se parece mais connosco

Os sentimentos de empatia que nos levam a ajudar os outros têm certos limites, assinala um estudo cujos resultados foram publicados no número de Julho da revista norte americana Personality and Social Psychology Bulletin [pdf], da Society for Personality and Social Psychology, que é a maior sociedade de psicólogos do mundo, com 4.500 membros.

A investigação, orientada pelo especialista Stefan Stürmer, da Universidade de Kiel compreendeu duas experiências diferentes.

Pretendia averiguar-se, por um lado, as diferentes formas de empatia que existem entre pessoas parecidas ou diferentes, bem como o papel da empatia na motivação humana de ajudar os outros.

Na primeira experiência, reuniram-se pessoas de diferentes culturas (100 estudantes masculinos alemães e muçulmanos, na casa dos 25 anos), enquanto que no segundo se agruparam homens e mulheres onde não havia diferenças culturais evidentes.

Empatia geral, mas ajuda particular

Com o primeiro grupo, descobriu-se que quando os participantes sabiam que algum dos seus companheiros tinha problemas económicos, porque tinham perdido dinheiro ou o seu cartão de crédito, todos tinham uma maior empatia para com eles, mas só ajudavam aqueles que pertenciam ao seu próprio grupo cultural.

Esta experiência serviu para medir a tendência para ajudar os outros e a empatia num contexto multicultural: descobriu-se que a empatia condiciona mais as acções de ajuda quando o que presta essa ajuda e o ajudado pertencem ao mesmo grupo cultural.

Na segunda experiência, onde se reuniram 23 mulheres e 17 homens, com uma média de idade de 20 anos, reproduziram-se as mesmas situações problemáticas, mas todos os membros pertenciam a um mesmo grupo cultural. Dentro deste, no entanto, os participantes tendiam a ajudar aqueles que consideravam mais parecidos a eles mesmos.

Enfatizar as semelhanças entre diferentes

Estudos anteriores tinham sugerido que a motivação para ajudar podia atravessar as barreiras interculturais, mas o estudo da Universidade de Kiel assinala que, mesmo que continue a haver essa possibilidade, o certo é que a tendência humana básica consiste em apoiar mais aqueles com os quais nos sentimos mais identificados.

O ponto de partida deste estudo foi o pressuposto de que as motivações para ajudar os outros, em vez de nos ajudarmos a nós mesmos, são muitas vezes de natureza diferente.

Ambas as experiências resultaram claramente nesse pressuposto, ao demonstrar que inclusive em encontros inter-grupais de pessoas generosas, a empatia "desactiva-se" como motivação significativa que nos leva a ajudar os outros quando os possíveis beneficiários da ajuda são membros de grupos diferentes.

Os investigadores assinalam que este déficit de generosidade que nos caracteriza, deveria superar-se com medidas que enfatizassem aquilo que nos aproxima dos que não são totalmente como nós, em vez de acentuar o que nos diferencia dos outros.

Marta Morales
Tradução JURIS
Ligação para o artigo original
Parceria JURIS - Tendencias 21


Criado em: 07/08/2006 • 13:18
Actualizado em: 07/08/2006 • 13:32
Categoria : TENDÊNCIAS 21


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Comentários


Comentário n°1 

simpatico 03/03/2007 • 12:51

ola bom dia caros senhores e senhoras eu sou um trabalhador que pratico a minha actividade laboral num armazem de revistas e logo k vi este artigo deu.me para reflectir que ainda eziste uma barreira muito grande entre as pessoas kom muitas poxes e as opurtunidades e as outras k nao tem as mesmas opurtunidades,eu sinceramente axo e apelo a todas as pessoas para k todos unidos consiguemos combater esta exclusao social pk as pessoas sao todas iguais e feitas da mesma forma e vem ao mundo da mesma maneira e umas tem mais chances k outras.eu axo k muitas pessoas deviam passar por varios cantos da nossa cidade e olhar bem para ela k ai sim tirariam uma grande licao de vida.esta é a minha opiniao.os meus melhores comprimentox  .simpatico 

  Caminante no hay camino, se hace camino al andar.  Antonio Machado
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