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pin.gifARTIGOS DE OPINIÃO - Portugal está a morrer!

Por: Gil Teixeira

Uma das matérias que se estudava, antes das faculdades terem sido arrelvadas, na área das finanças públicas era se um Estado podia desfalecer, perdão, falir.

De facto os Estados não podem finar-se, porque são meras ficções jurídico-políticas organizadas que permitem que os "rebanhos" humanos convivam entre si de acordo com as regras impostas pelos iluminados dentro do "redil", a dita sociedade civil(!).

Antes, a lei, essa eminência parda, distinguia insolventes, pessoas de carne e osso, e falidos, as empresas, depois apareceu essa "coisa" da insolvência e recuperação de empresas para encanar a perna à rã, pomposamente chamado "cire", e morreram as falências.

Insistindo, vamos à falência, na gíria antiga?

Os portugueses, usando a gíria, em rigor não "vão à falência", porque há muito que se encontram numa situação falimentar, apenas vão entrar na realidade de que andaram afastaram há quase trinta e nove anos.

Se fosse possível espreitar através dum monitor de algum computador perdido do Ministério das Finanças - algum Magalhães atirado para um canto - "a saída" está à vista.

O "euro", para os os portugueses, onde só estivemos virtualmente, como para os gregos, e quiçá os espanhóis, e italianos já pertence ao passado. Sem União Política nunca poderá haver "euro" ou outra moeda "única", vem nos manuais de economia política, antes das equivalências.

Paradoxalmente, neste momento, o “euro”, encontra-se nas mãos portuguesas de Gaspar e da germânica Merkel, por razões opostas, o primeiro, segurando uma moeda que não é, nem nunca foi dele, e que caiu no solo da Europa do sul, a segunda fazendo contas à vida (dos alemães) para contabilizar os prejuízos, e ao mesmo tempo, como bom credor, tentar sacar o máximo do falido, (hoje insolvente), antes do estado deste ser decretado oficialmente, e os credor ficar a arder com o resto da dívida, ou exoneração do passivo restante, como lhe chama o novo “cire”.

Por isso os alemães andam com o génio de Vitor Gaspar nas palminhas das mãos. Segundo o génio deste os Estados, o que é isso senão o bolso dos contribuintes(?), não vão à falência. Primeiro pagam as dívidas e depois podem morrer de fome, mas com honra. Gaspar tem todas as condições do mundo para que nos seja “perdoada” a totalidade da dívida, mas o génio e a honra daquele são tamanhos que vamos ser espremidos até ao último “euro”, e depois ficaremos com um país em escombros, e habitado por prisioneiros famélicos, como um campo de concentração montado pelos alemães.

Tenha-se em conta que hoje estamos mais pobres que antes dos tempos do "prec". A despesa pública nessa altura era na ordem duns patacos, e não deviamos o couro e o cabelo aos alemães. Agora a dívida pública, no fim de setembro de 2012, atingiu o brutal montante de 189.731.044.443€!.

Depois aparecerá outro mensageiro copiado do megalómano misógino Fernando Pessoa cantando as maravilhas das nossas auto-estradas desertas do final do séc. xx, que fazem as vezes do caminho marítimo para a Índia, e que substituirá Gaspar, enquanto este, quiçá, possa ser convidado pelos teutónicos para fazer outras experiências financeiras noutras partes do mundo.

Toda a gente sabe isso, e a solução está nas mãos do mais alto magistrado da Nação. Urge um governo de sábios, da sua iniciativa presidencial, que ponha as cartas na mesa, e impeça que o país se entregue nos braços dos alemães no século xxi, como caiu às mãos dos espanhóis nos sec. xiv, e xvi. Isso seria um atentado à memória de D. Afonso Henriques, D. João I, e D. João IV. A situação justifica que todos os portugueses façam um cordão nacional em volta de todas as nossas fronteiras nacionais.

O país, e a nossa nacionalidade estão a morrer!

Gil Teixeira
Advogado


Criado em: 21/12/2012 • 22:56
Actualizado em: 21/12/2012 • 22:56
Categoria : ARTIGOS DE OPINIÃO


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Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós.  
Antoine de Saint-Exupéry
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