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news_artigo.gifARTIGOS DE FUNDO II - Tudo o que precisas é de amor... e de uns genes adequados para o poderes sentir

A oxitocina é popularmente conhecida como a “hormona do amor” já que diversos estudos demonstraram que desempenha um papel importante no acasalamento e é libertada durante o orgasmo, o parto e a lactação.

As crianças produzem-na quando são consoladas e tratadas com carinho pelas mães e também se tem visto que está envolvida na facilitação e consolidação do comportamento social, relacionamentos de confiança e generosidade.

A oxitocina é segregada pela glândula pituitária e actua sobre alguns órgãos do corpo; também é libertada como neurotransmissor pelos neurónios centrais, exercendo assim os seus efeitos sobre a conduta.

Para que a oxitocina exerça o seu efeito tem que ter um receptor nas células alvo e o gene que codifica este receptor é o OXTR. Este gene codifica uma proteína que se situa na superfície celular e é encarregada de se unir à oxitocina e transmitir o sinal ao interior celular onde se iniciará uma cascata de reacções que trarão como consequência a resposta mediada pela oxitocina. Portanto, para que a oxitocina exerça a sua função é necessário que este receptor esteja operativo.

Tendo em conta a enorme diversidade de comportamentos humanos no que toca à sociabilidade, altruismo, compaixão, etc… um grupo de investigadores da Universidade de Ohio (EUA) propôs-se estudar a variabilidade genética que poderia existir neste gene e observar se alguma das variantes se encontrava associada a algum tipo comportamental.

Para realizar o estudo, os investigadores analisaram o DNA de vários indivíduos a quem realizaram uma série de testes psicológicos. Descobriram que existia um SNP – variação de uma base na sequência de DNA - que se encontrava associado a três características psicológicas: optimismo, autoestima e decisão.

Estas três características estão por sua vez correlacionadas com uma boa saúde e manejo de situações de stress. Pelo contrário, os indivíduos que possuíam a variante alternativa do gene reflectiam níveis baixos de optimismo e altos níveis de depressão.

Esta descoberta, embora preliminar, pois são necessários novos e mais profundos estudos para concretizar o grau de influência destas variantes genéticas, é uma nova e fascinante prova da importância da genética do comportamento: vários factores ambientais poderiam estimular a secreção de oxitocina e fazer com que o nosso organismo estivesse enriquecido com a dita hormona, mas se não temos a variante genética adequada ao receptor, os seus efeitos seriam mínimos sobre o nosso estado de ânimo.

Isto é mais uma prova de que a genética desempenha um papel importante na maneira como percebemos o mundo e elaboramos as respostas aos sinais que nos rodeiam; é certo que não é o único factor, mas sem dúvida parte das nossas características comportamentais e psicológicas estão determinadas pelos nossos genes e são perfeitamente hereditárias.


Tradução JURIS - Artigo original


Criado em: 21/09/2011 • 17:06
Actualizado em: 21/09/2011 • 17:06
Categoria : ARTIGOS DE FUNDO II


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É preciso ir mais longe. Eu penso 99 vezes e nada descubro.
Deixo de pensar, mergulho num grande silêncio e o que busco é-me revelado.  
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