Menu
Qui Quae Quod

Fechar Responsabilidade Social Corporativa

Fechar ARTIGOS DE OPINIÃO

Fechar Justiça Restaurativa

Fechar Multiculturalismo

Fechar Dossier Europa

Fechar ARTIGOS DE FUNDO

Fechar ARTIGOS DE FUNDO II

Fechar ARTIGOS DE FUNDO III

Fechar TENDÊNCIAS 21

Fechar CIBERDIREITOS

Fechar No gesto da procura

Fechar Os erros do ditado

Fechar Para ler e deitar fora

Fechar O canto dos prosadores

Fechar UTILITÁRIOS

Fechar Apresentações

Fechar Barra JURIS

Fechar CANCIONEIRO de Castelões

Fechar Coisas e loisas da língua portuguesa

Fechar DIVULGAÇÃO DE LIVROS

Fechar Delitos Informáticos

Fechar Encontros

Fechar JURISPRUDÊNCIA

Fechar Livros Maravilhosos

Fechar MANUAL DE REQUERIMENTOS

Fechar NeoFronteras

Fechar Nova Lei das Rendas

Fechar O canto dos poetas

Fechar Vinho do Porto

Fechar Workshops

Relax
Pesquisar



Visitas

   visitantes

   visitantes online

PREFERÊNCIAS

Voltar a ligar
---

Nome

Password


SOS Virus

Computador lento?
Suspeita de vírus?
Fora com eles!
AdwCleaner

tira teimas!
--Windows--

Já deu uma vista de olhos pelas gordas de hoje?


Desde 2004
news_artigo.gifARTIGOS DE FUNDO II - É irresponsável ser amigo do chefe no Facebook

facebook.jpg
Não pára de aumentar o número dos que dizem ter sido - ou conhecem alguém que foi - vítima de problemas laborais relacionados com a informação que publicaram através de redes sociais como o Facebook, Twitter, MySpace ou Hi5.

A euforia das redes sociais fez com que muitos se descuidassem e ingenuamente revelassem sentimentos, opiniões, imagens e ideias que no passado não foram do conhecimento público.

Mas a euforia começa a moderar-se depois de vários atropelos que, em alguns casos, chegaram a converter-se em obstáculos para a vida laboral.

É precisamente ao passar para o plano do trabalho que muitos enfrentam o dilema de como gerir a vida privada através das redes sociais e de como se aproximarem dos chefes e empregados ao utilizar estes meios... Deve adicionar ou aceitar o convite do chefe ou do empregado? E, se não se quer aceitar, como fazer para que isto não seja mal visto e não traga problemas?

Chefes e empregados nas redes sociais

O Liberty Mutual’s Responsibility Project realizou uma sondagem entre 1000 americanos e concluiu que 56% pensam que é irresponsável ser amigo dos chefes no Facebook ou outra rede social e que 62% consideram errado ter como contactos empregados, apesar de 76% estarem de acordo que não há problema em ser amigo de companheiros de trabalho do mesmo nível.

Sobre estas áreas cinzentas em que as pessoas não sabem como actuar, a investigadora Kelly Holland pergunta: “E se os papeis mudarem? Deixa-se de ser amigo de alguém que foi promovido a chefe ou de alguém que é agora chefe dessa pessoa?”

Outra questão colocada prende-se com a utilização das redes sociais durante o trabalho. De acordo com a sondagem, 66% das pessoas estão de acordo em que se verifique o email pessoal no escritório, 73% são de opinião que não se deve actualizar o estado do Facebook no local de trabalho, 82% que não se devem enviar fotos, 72% que não se deve publicar Tweets e 79% afirmaram que é incorrecto ver vídeos online.

Os números parecem dizer que apenas uma pequena parte da população passa o tempo nos meios sociais durante o trabalho. Mas, segundo a investigadora, “quando as pessoas são responsáveis, elas sabem qual a decisão mais adequada, mas quando se vai ver na prática o que estão a fazer, a história é completamente diferente”.

Invadindo a vida privada

As empresas tendem a utilizar as redes sociais como uma forma de conhecer mais detalhadamente o comportamento dos seus empregados e avaliar possíveis candidatos a diferentes postos nas organizações.

Sobre este tema, os americanos têm uma opinião dividida: 52% pensam que as empresas actuam bem ao espreitar os perfis das pessoas que pensam contratar, mas 48% consideram que se trata de uma prática inaceitável. É que é difícil respeitar e delimitar o terreno pessoal, que pertence apenas à vida privada de alguém, do laboral, que pertence à imagem da empresa.

É por isso que, apesar de não se definirem normas concretas e explícitas - ou mesmo legislação - sobre esta matéria, o ideal é mesmo prevenir para não ter que remediar. Quer dizer, quem for mais prudente com a informação que publica terá menos que arrepender-se e menor probabilidade de ter problemas graças ao seu comportamento na rede.

Catalina Franco




Criado em: 26/03/2010 • 14:36
Actualizado em: 26/03/2010 • 15:40
Categoria : ARTIGOS DE FUNDO II


Imprimir Imprimir

Comentários

Ainda ninguém comentou.
Seja o primeiro!


  A confiança é um quadro que pintamos todos os dias para torná-lo mais transparente  Lourenço Dias Almeida da Silva
^ Topo ^