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news_artigo.gifARTIGOS DE FUNDO - Os piratas são os que mais dinheiro deixam nas lojas de discos

A indústria musical enfrenta cada vez mais desafios para sobreviver numa era em que os jovens aprenderam a aceder à música de maneira rápida, fácil e gratuita, além de poder fazê-lo de acordo com os seus gostos, sem ter de comprar álbuns inteiros, mas personalizando as suas colecções ao escolher cada canção ou vídeo que descarregam da Internet no momento que desejam.

Face a esta situação, que se torna evidente há já uns anos, muitas empresas decidiram abrir lojas online e moderar os preços para poderem competir com esse gigante das descargas ilegais que começou a engolir a indústria da música, passando por cima dos direitos de autor e dos lucros gerados pelas vendas de milhares de artistas, comprometendo até o futuro das empresas discográficas.

Mas um estudo publicado no The Independent, realizado por Ipsos Mori, no Reino Unido, onde participaram 1.000 pessoas entre os 16 e os 50 anos com acesso à Internet, descobriu dados que podem acender o debate entre os que pensam que se deve penalizar a descarga ilegal de música e aqueles que são um pouco mais flexíveis.

A pesquisa revela que uma em cada dez pessoas admite descarregar música de maneira ilegal e afirma que aqueles que descarregam música ilegalmente são por sua vez quem mais gasta a comprar música legal, seja em lojas virtuais ou físicas.

Segundo os dados recolhidos, estes utilizadores gastam em média £77 anuais (85 euros) em música legal, o que equivale, por ano, a mais
£33 (35 euros) que aqueles que manifestam não utilizar os serviços ilegais.

O debate da indústria musical

Levando em conta que no Reino Unido se calcula haver aproximadamente sete milhões de pessoas que descarregam ficheiros ilegalmente todos os anos, o que, de acordo com a British Phonographic Industry (BPI), custará à indústria
£200 milhões (220 milhões de euros) em 2009, é importante analisar a situação actual do acesso à música sem preconceitos.

É que actualmente está em cima da mesa a possibilidade de atacar as descargas ilegais, ameaçando os utilizadores com o corte do acesso à Internet como castigo pela infracção à lei, o que para muitos constituiria um novo golpe na indústria musical, já que estaria a castigar os seus verdadeiros clientes que, ao descarregarem música gratuita, são também os que mais gastam comprando-a de forma legal.

Tal como explicou ao The Independent Peter Bradwell, do think-tank Demos e que encomendou a pesquisa a Ipsos Mori, “a última actuação do Governo não ajudará a apoiar uma indústria musical debilitada.

Os políticos e as empresas musicais devem reconhecer que a natureza do consumo da música mudou e que os consumidores estão a procurar preços mais baixos e de acesso mais fácil”.

Segundo sugere a pesquisa, a ameaça do Governo de cancelar a ligação à Internet a quem não acate as cartas oficiais por descarga ilegal de música, estaria a violar a privacidade das pessoas.

61% dos utilizadores ilegais manifesta que não voltaria a descarregar música desta forma perante a ameaça de não ter Internet durante um mês.

As novas gerações e a música

Além do julgamento que possa fazer-se sobre o bom ou o mau das descargas gratuitas, é importante entender a interacção das novas gerações com a música.

Mark Mulligan, do Forrester Research, afirma que “as pessoas que partilham ficheiros são as que estão interessadas na música…

Eles utilizam a partilha de ficheiros como um mecanismo de descoberta. Temos uma geração de gente jovem que não tem um conceito da música como um serviço pelo qual é preciso pagar. É preciso tê-la a um preço que nem sequer se note”.

Os artistas também se fizeram ouvir no meio deste debate; por exemplo, Lily Allen e James Blunt manifestaram-se a favor das políticas restritivas do governo, enquanto Shakira expressou que as descargas ilegais a aproxima mais dos seus admiradores.

O tema da descarga ilegal já é conhecido há muito tempo e, em termos gerais, foi menos prejudicial para aqueles que o têm enfrentado com novas ideias e agarrando as oportunidades que estas ferramentas proporcionam.

Por exemplo, Virgin Media e Universal Music planeiam lançar o que será o primeiro serviço de música por subscrição que teria um custo de cerca de
£15 (16,50 euros) e permitiria aos utilizadores descarregar e guardar ficheiros musicais ilimitados do catálogo da Universal.

Catalina Franco R.




Criado em: 27/11/2009 • 12:31
Actualizado em: 27/11/2009 • 12:35
Categoria : ARTIGOS DE FUNDO


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