Menu
Qui Quae Quod

Fechar Responsabilidade Social Corporativa

Fechar ARTIGOS DE OPINIÃO

Fechar Justiça Restaurativa

Fechar Multiculturalismo

Fechar Dossier Europa

Fechar ARTIGOS DE FUNDO

Fechar ARTIGOS DE FUNDO II

Fechar ARTIGOS DE FUNDO III

Fechar TENDÊNCIAS 21

Fechar CIBERDIREITOS

Fechar No gesto da procura

Fechar Os erros do ditado

Fechar Para ler e deitar fora

Fechar O canto dos prosadores

Fechar UTILITÁRIOS

Fechar Apresentações

Fechar Barra JURIS

Fechar CANCIONEIRO de Castelões

Fechar Coisas e loisas da língua portuguesa

Fechar DIVULGAÇÃO DE LIVROS

Fechar Delitos Informáticos

Fechar Encontros

Fechar JURISPRUDÊNCIA

Fechar Livros Maravilhosos

Fechar MANUAL DE REQUERIMENTOS

Fechar NeoFronteras

Fechar Nova Lei das Rendas

Fechar O canto dos poetas

Fechar Vinho do Porto

Fechar Workshops

Relax
Pesquisar



Visitas

   visitantes

   visitantes online

PREFERÊNCIAS

Voltar a ligar
---

Nome

Password


SOS Virus

Computador lento?
Suspeita de vírus?
Fora com eles!
AdwCleaner

tira teimas!
--Windows--

Já deu uma vista de olhos pelas gordas de hoje?


Desde 2004
news_artigo.gifARTIGOS DE FUNDO - Sumos para pessoas diabéticas

O sumo de fruta, tal como a própria fruta, deve o seu sabor doce, em grande parte, a um carboidrato simples denominado frutose.

Assemelha-se à sacarose - açúcar de mesa - na sua riqueza calórica: 4 quilocalorias por grama. Mas ambas têm diferenças quanto ao metabolismo e modo de assimilação no organismo.

A absorção da frutose é rápida, não provoca mudanças bruscas nos níveis de glicose e também não estimula a secreção de insulina.

Isto explica por que as pessoas diabéticas toleram melhor os alimentos com frutose na sua composição, tanto na forma natural (frutas e sumos), como acrescentada (certas bolachas, marmeladas, torrões e outros doces).

O segredo está no consumo moderado destes alimentos, em seguir uma dieta equilibrada.

Resposta glicémica

O sumo provoca uma subida da glicose mais pronunciada e rápida do que a fruta, mas menor que outros alimentos com açúcares acrescentados
Quando se ingere um alimento rico em carboidratos, como um sumo ou uma peça de fruta, inicia-se no organismo uma série de mecanismos para aproveitar estes nutrientes.

Este processo fisiológico é conhecido como resposta glicémica e há referência à quantidade de açúcar que aumenta no sangue num período de duas ou três horas depois de ter comido. Constatou-se que esta resposta é maior no sumo que na fruta.

O sumo provoca uma subida de glicose no sangue mais pronunciada e mais rápida, mas menor que noutros alimentos doces com açúcares acrescentados, como chocolates, guloseimas, produtos de pastelaria, incluído o próprio açúcar que se utiliza para adoçar.

Não obstante, há que referir que nem todos os indivíduos têm a mesma resposta e que esta também varia se o sumo for tomado só ou acompanhado.

Quando o sumo é consumido com alimentos proteicos (leite e derivados, carne, pescados, ovos) ou gordos (frutos secos, azeites ou gorduras como manteiga ou margarina), o aumento da glicémia é menor, já que o índice glicémico neste último caso é mais baixo.

A digestão da mistura de componentes dos alimentos é mais complexa, por isso os açúcares não se absorvem de maneira tão imediata.

Tomar o sumo sem acompanhamento ou em jejum favorece uma muita rápida absorção, já que não há interferência de outros nutrientes na sua digestão.

Isto explica a prática de tomar um pouco de açúcar, chupar um rebuçado ou beber um suco em caso de hipoglicémia (níveis baixos de glicose no sangue), com o fim de recuperar do mal estar o mais rápido possível.

Sumos que se podem escolher

Os sumos adequados para as pessoas com diabetes não devem ter adição de açúcar, no âmbito de uma dieta controlada em hidratos de carbono.

É imprescindível ler a etiqueta e a lista de ingredientes, já que o mercado coloca muitos produtos ao dispor e a indústria alimentar amplia e modifica constantemente as características dos produtos.

É comercializado há anos um novo tipo de sumos: o néctar de frutas "sem adição de açúcar", adequado para pessoas com diabetes. Também há sumos "edulcorados", onde se substitui o açúcar por adoçante ou outros adoçantes artificiais que conferem aos sumos um sabor doce, mas que não interferem na glicose sanguínea. Estes também seriam válidos em caso de diabetes.


ETIQUETAGEM MUITO CLARA

Os fabricantes devem indicar no rótulo, com clareza, a composição de açúcares nos produtos. Tendo em conta o Regulamento 1924/2006, sobre as declarações nutricionais e de propriedades saudáveis nos alimentos, devem diferenciar-se as seguintes denominações:

Sem açúcar: só poderá declarar-se que um alimento não contém açúcar, ou outra declaração que possa ter o mesmo significado para o consumidor, se o produto não contém mais de 0,5 gramas de açúcar por 100 gramas ou 100 mililitros.
Sem adição de açúcares: poderá destacar-se esta declaração nos alimentos onde não exista monossacarídeos (glicose, frutose), disacáridos (lactose, sacarose) e alimentos utilizados pelas suas propriedades adoçantes. Se os produtos têm açúcares de maneira natural, deve constar na etiqueta a existência de "açúcares naturalmente presentes".






Criado em: 15/11/2009 • 22:27
Actualizado em: 15/11/2009 • 22:34
Categoria : ARTIGOS DE FUNDO


Imprimir Imprimir

Comentários


Comentário n°1 

leonor 28/01/2010 • 03:38

GOSTARIA DE AGRADECER POR ESCREVEREM ESTE ARTIGO.FAZ POUCOS DIAS QUE DESCOBRIMOS QUE MINHA IRMÃ É DIABETICA TIPO 2,GRAÇAS A DEUS,E ESTAMOS MEIO QUE PERDIDAS.E VCS AJUDARAM MUITO.

OBRIGADA MESMO.


  Prometem em poesia. Governam em prosa.  Mario Cuomo
^ Topo ^