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news_artigo.gifARTIGOS DE FUNDO - O uso da Internet para campanhas eleitorais


O planeta inteiro observou assombrado o triunfo do primeiro afro-americano numas eleições presidenciais dos Estados Unidos no final de 2008.

Muitos duvidavam que Barack Obama pudesse chegar à Casa Branca ultrapassando as barreiras raciais e sem pertencer à classe política tradicional nem ter um curriculum cheio de cargos públicos.

Mas houve um factor que jogou a favor do jovem candidato que teve visão e que, através da assessoria de Chris Hughes - um dos três estudantes de Harvard que criaram o Facebook há já mais de quatro anos - mudou a história das campanhas presidenciais nos Estados Unidos e, talvez, no mundo inteiro.

O uso da tecnologia permitiu estabelecer uma relação directa e de proximidade com os cidadãos, diferenciando-se assim da classe política tradicional, oferecendo uma imagem mais fresca, moderna, acessível e transparente.

Trata-se de uma tendência que foi ganhando cada vez mais força: o e-Government ou Governo electrónico, que tem por base a interactividade e que pretende utilizar a tecnologia e a informação como ferramentas para estabelecer uma comunicação e uma oferta de serviços mais eficientes e ajustados às necessidades dos cidadãos.

Campanhas em directo e ao vivo

Depois de Obama, políticos de outros países adoptaram estratégias similares para se aproximarem dos eleitores, informar das suas propostas e receber ideias e todo o tipo de apoio, o que significa também enorme poupança económica, especialmente para candidatos independentes que não contam com os recursos de um partido político.

Um exemplo disso é o candidato presidencial colombiano, Sergio Fajardo, que foi Presidente da Câmara da cidade de Medellín e actualmente percorre o país.

Conhece as problemáticas das diferentes regiões e gere grande parte da campanha através de recursos electrónicos - como o seu site oficial e um grupo do Facebook chamado “Sergio Fajardo presidente 2010”, onde conta já com mais de 28.000 membros.

Aqui vai dando a conhecer em que parte do país se encontra e que actividades aí se realizam, recebendo opiniões, comentários e ideias dos seus apoiantes.

A campanha de Fajardo tem uma linha muito parecida à de Obama que, através de ferramentas como o Facebook e MySpace, conseguiu chegar a milhões de norte americanos que recebiam mensagens, convites e notícias e puderam opinar sobre as diferentes propostas, além de contarem também com os sites my.barackobama.com e www.change.gov.

A efectividade de um candidato digital

Outro aspecto fundamental do e-Government é o económico, já que se trata de uma tendência que está a mudar até a forma de financiar as campanhas políticas.

Muitos chamaram-na de “Democratização do financiamento eleitoral” que está a pôr em causa a efectividade dos sistemas eleitorais tradicionais.

É que as campanhas através dos meios digitais demonstraram uma grande efectividade em diferentes aspectos.

Vale a pena voltar a recorrer ao exemplo de Obama que, não só chegou a mais de três milhões de pessoas que doaram mais de seiscentos milhões de dólares para financiar a campanha, mas treinou um exército inteiro que estava disposto a ser convocado com poucas horas de antecedência para diferentes actividades e reuniões e ficou com uma enorme base de dados que actualmente utiliza para informar e receber informação absolutamente valiosa sobre as decisões que toma e as obras que vai realizando.

Trata-se de uma revolução digital e de interactividade que está a penetrar em aspectos tão fundamentais da sociedade como a forma de governar e as relações entre governantes e cidadãos.

O importante é que surjam líderes visionários capazes de utilizar a tecnologia a favor da democracia para contar com governos mais transparentes, mais próximos e mais eficazes na hora de resolver as necessidades dos cidadãos.

Catalina Franco R.





Criado em: 10/07/2009 • 10:49
Actualizado em: 10/07/2009 • 10:59
Categoria : ARTIGOS DE FUNDO


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