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news_artigo.gifARTIGOS DE FUNDO - As calorias são o mais importante numa dieta

De acordo com um estudo, a perda de peso depende da ingestão calórica e não das proporções dos diferentes tipos de alimentos.

Apesar de se continuar a investigar por que é que algumas pessoas têm mais tendência que outras a ganhar peso, e até já se saiba que genes e factores bioquímicos estão envolvidos no processo, não há por enquanto uma pílula mágica que nos faça emagrecer e ao mesmo tempo nos permita comer o que queiramos (não o neguemos, esta é a aspiração de muitos).

Na vida moderna, a comida funciona também como um ansiolítico que não ajuda nada a manter a linha.

Dietas há muitas, desde as dietas mágicas que supostamente fazem perder peso, comendo tudo o que se queira de um só produto, até às dietas prescritas pelos especialistas.

Quase todas elas recomendam uma quantidade específica de proteínas, gorduras e hidratos de carbono.

Mas segundo sugere um estudo publicado há pouco no The New England Journal of Medicine a forma mais inteligente de perder peso é comer produtos sãos como os da chamada dieta mediterrânica (muita fruta e verdura, azeite de oliveira, pescado e um limitado consumo de carne vermelha) e reduzir a ingestão de calorias.

Quer dizer que o primeiro princípio da termodinâmica também se aplica a este assunto e que portanto não há milagres.

Segundo o estudo, a redução calórica e a ingestão de alimentos sãos para o coração ajuda a perder peso independentemente das proporções de um tipo ou outro de alimento.

O estudo foi realizado em 811 adultos obesos e com sobrepeso de idades compreendidas entre os 30 e 70 anos. Este conjunto foi dividido em quatro grupos e a cada grupo foi atribuído um tipo de dieta diferente.

  • Uma dieta era baixa em gordura e moderada em proteínas (20% gordura, 15% proteínas e 60% hidratos de carbono);
  • outra baixa em gordura e alta em proteínas (20% gordura, 25% proteínas e 55% hidratos de carbono),
  • a terceira era uma dieta alta em gorduras e moderada em proteínas (40% gordura, 15% proteínas e 45% hidratos de carbono) e
  • a última era alta em gorduras e em proteínas (40% gordura, 25% proteínas e 35% hidratos de carbono).
Todos estes regimes eram saudáveis do ponto de vista cardiovascular (baixos em gorduras saturadas e colesterol) e incluíam 20 gramas de fibra diários. Para cada participante foi calculado, de forma personalizada, o consumo diário de calorias que ia de 1200 a 2400 calorias. O peso dos participantes foi registado várias vezes ao longo de 2 anos.

Os investigadores descobriram que todos os grupos perdiam peso mais ou menos ao mesmo ritmo. Não havia diferenças estatísticas significativas.

Aos seis meses perderam 6,5 Kgs e no final do ano, a perda total de peso foi de 4 Kgs. Aparentemente costuma ser habitual que no final as pessoas tendam a ganhar peso neste tipo de dietas, sobretudo por falta de motivação ou uma maior permissividade. Irão ser estudadas estratégias que ajudem a manter a perda de peso.

Este estudo abandona a ideia mantida durante muito tempo que as dietas baixas em gorduras têm vantagem sobre as outras.

O único ponto fraco deste estudo é a dificuldade que existe em manter proporções fixas de cada tipo de alimento.

Uma investigadora não envolvida no estudo assinala que este não reconhece a importância da fibra na dieta, que pode ser um factor importante na perda de peso. Foi fixado um consumo de 20 gramas diárias, quando a quantidade recomendada é de 35 gramas para os homens e 25 para as mulheres.

Segundo aquela investigadora, os estudos demonstram que quanta mais fibra se consome (até um máximo de 50 gramas) mais peso se perde. Especula que se tal se fica a dever ao facto de uma pessoa se sentir mais saciada devido à presença de fibra.

Além disso faria com que a digestão, ao ser mais lenta, provocasse uma libertação dos nutrientes mais demorada e chegassem à corrente sanguínea escalonadamente, contribuindo também para a sensação de saciedade.

Então, qual é a melhor maneira de perder peso? Ingerir vegetais, muita fruta, verdura, legumes, frutos secos, sementes e cereais (todos eles fonte de fibra sem processar), um pouco de pescado e muito pouca carne vermelha.




Criado em: 07/03/2009 • 16:07
Actualizado em: 07/03/2009 • 16:14
Categoria : ARTIGOS DE FUNDO


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  O conhecimento é o único investimento que quanto mais se esbanja maior é o retorno  Lourenço Dias Almeida da Silva
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