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news_artigo.gifARTIGOS DE FUNDO - Prognóstico de resultados eleitorais por crianças

Mostrando apenas as fotos dos candidatos políticos a umas eleições, as crianças são capazes de predizer quem ganhará.

O que nos faz votar num candidato ou noutro numas eleições? Somos racionais ou emocionais na eleição? Deixamo-nos levar pelo nosso espírito crítico e razão ou pela intuição e ideologia? Não se baseia a democracia na nossa capacidade para escolher o melhor candidato? Se se pudesse predizer que candidato vai ganhar, porque não prescindir das eleições?


Adultos e crianças preferem o candidato
político francês da direita

Foto: J. Antonakis and Ou. Dalgas, Science


Há uns anos atrás, cientistas norte americanos demonstraram que nas eleições ao congresso dos EUA bastava mostrar as fotos dos candidatos para que os adultos conseguissem "saber" quem ia ganhar, independentemente de outros aspectos.

Agora, dois economistas da Universidade de Lausanne, na Suíça, demonstraram isto mesmo utilizando crianças e fotos de candidatos às eleições parlamentares francesas de 2002.

John Antonakis e Olaf Dalgas especulam se esta pontuação ingénua, baseada somente no aspecto da cara dos candidatos, está correlacionada com o resultado das eleições. É que votantes e crianças devem ter bastante em comum.

Fizeram a seguinte experiência: mostraram 57 pares de caras (ambos de cada par concorrente e um ganhador das eleições) a 684 estudantes universitários e perguntaram qual lhes parecia mais “competente”.

Descobriram que os estudantes escolheram o vencedor 60% das vezes, um desvio estatisticamente significativo, onde seria de esperar um resultado aleatório.

Então usaram as mesmas fotos e um jogo de computador para perguntar a 681 crianças, com idades compreendidas entre 5 e 13 anos, qual escolheriam como “capitão do seu navio”. Obtiveram resultados similares.

Os autores concluem que as crianças usam os mesmos indicadores que os adultos quando avaliam um rosto.

Alexander Todorov, da Princeton University, qualifica este novo resultado como “realmente assombroso”, achando que a maneira como as pessoas inferem rasgos a partir da aparência é surpreendentemente estável ao longo da vida.

Além disso, acrescenta, dado que as crianças suíças não são piores que os adultos na hora de julgar os políticos franceses, é provável que os votantes acabem por basear o seu cálculo em conhecimentos subconscientes sobre os candidatos.

Fazer este tipo de estudos noutros países democráticos seria mais difícil porque em alguns casos os votantes não têm realmente a possibilidade de escolher entre diferentes candidatos de um mesmo partido.

Partindo deste estudo, é bem possível que possa surgir alguém com cara de boa pessoa, e votado por isso mesmo, que chegue a ocupar democraticamente um alto cargo político e que seja simplesmente um incompetente, independentemente do partido político a que pertença.



Criado em: 02/03/2009 • 18:06
Actualizado em: 26/03/2010 • 15:57
Categoria : ARTIGOS DE FUNDO


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  As oportunidades surgem sob o disfarce de tarefas árduas e a maioria das pessoas não as reconhece  Ann Landers
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