Menu
Qui Quae Quod

Fechar Responsabilidade Social Corporativa

Fechar ARTIGOS DE OPINIÃO

Fechar Justiça Restaurativa

Fechar Multiculturalismo

Fechar Dossier Europa

Fechar ARTIGOS DE FUNDO

Fechar ARTIGOS DE FUNDO II

Fechar ARTIGOS DE FUNDO III

Fechar TENDÊNCIAS 21

Fechar CIBERDIREITOS

Fechar No gesto da procura

Fechar Os erros do ditado

Fechar Para ler e deitar fora

Fechar O canto dos prosadores

Fechar UTILITÁRIOS

Fechar Apresentações

Fechar Barra JURIS

Fechar CANCIONEIRO de Castelões

Fechar Coisas e loisas da língua portuguesa

Fechar DIVULGAÇÃO DE LIVROS

Fechar Delitos Informáticos

Fechar Encontros

Fechar JURISPRUDÊNCIA

Fechar Livros Maravilhosos

Fechar MANUAL DE REQUERIMENTOS

Fechar NeoFronteras

Fechar Nova Lei das Rendas

Fechar O canto dos poetas

Fechar Vinho do Porto

Fechar Workshops

Relax
Pesquisar



Visitas

   visitantes

   visitantes online

PREFERÊNCIAS

Voltar a ligar
---

Nome

Password


SOS Virus

Computador lento?
Suspeita de vírus?
Fora com eles!
AdwCleaner

tira teimas!
--Windows--

Já deu uma vista de olhos pelas gordas de hoje?


Desde 2004
news_artigo.gifARTIGOS DE OPINIÃO - O LADRÃO E O MEDO

O LADRÃO E O MEDO

Por: Gil Teixeira

As coisas da justiça, como as da barriga, e das dores desta, os trapinhos, as telhas, e as sandálias interessam a toda a gente que seja gente.

A meu ver, a criminalidade, a montante, tem a ver com um conjunto de causas, que giram sobretudo à volta do bem-estar humano, no caso mal-estar.

A jusante, reactivas, um factor de extrema importância, como seja a (in)segurança do agente criminoso. Na verdade, quanto mais este se sente seguro, diferente de impune, mais potencia o seu comportamento ilícito.

O facto que determina o criminoso a agir não é a segurança da potencial vítima, mas a sua própria segurança. Daí a importância das medidas dissuasoras em relação à segurança de pessoas e bens.

O cidadão pode estar muito bem protegido, mas se a protecção não for visível, ou perceptível, pelo criminoso tal não o impedirá de agir.

A melhor segurança, portanto, são todas as medidas que o criminoso se possa aperceber de que o cidadão está protegido contra eventuais ataques.

Ainda não há muitos anos as entidades bancárias, e outras, tinham à sua porta um agente da autoridade. A rentabilização dos balcões tornou essa presença "excedentária".

Entretanto, a actividade financeira tem sido alargada a outras entidades como os correios. As estações de abastecimento de combustível, e supermercados também movimentam consideráveis quantias em dinheiro vivo.

O assaltante, o criminoso, sabe onde ir. A protecção destas entidades é nula. A segurança do criminoso é total. Esses são os ingredientes da vaga de criminalidade que tem assolado o pais nos últimos tempos.

Assim, com todo o respeito, penso que os assaltantes estão pouco ou nada interessados nas recentes alterações à legislação processual penal, ou outra, e depois a prisão preventiva ainda não desapareceu das medidas de coacção.

Uma das soluções é o "velhinho" polícia, mas agora bem equipado, à porta dos Bancos, Correios, estações de abastecimento de combustível, e bem assim em todos os locais onde se oiça o tilintar do dinheiro.

O criminoso tem de sentir o medo físico, real, na pele. Naturalmente que as leis penais e processuais são importantes, e devem ser ajustadas à realidade social, mas isso é a montante, enquanto o assaltante não é atraído pelo cheiro do dinheiro.

Gil Teixeira
Advogado

Criado em: 16/09/2008 • 18:18
Actualizado em: 16/09/2008 • 18:37
Categoria : ARTIGOS DE OPINIÃO


Imprimir Imprimir

Comentários

Ainda ninguém comentou.
Seja o primeiro!


  Quem só sabe de Direito, nem de Direito sabe  Abel Salazar
^ Topo ^