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Desde 2004
news_artigo.gifARTIGOS DE FUNDO - Quando os estudantes de engenharia se põem brincalhões


Corria o ano 1988 quando o engenheiro electrotécnico Johan Thornton, juntamente com outros colegas da faculdade, decidiu hackear uma ponte de Vancouver e fazer piscar todas as suas luzes. Durante várias horas, as autoridades locais atribuíram aquilo a um defeito, até que um cargueiro que passava pelo local informou que as luzes estavam a enviar uma mensagem em código Morse que dizia: “Os engenheiros da UBC conseguem-no outra vez”.

A anedota, divulgada pela revista Popular Science, é mais uma dentro do vasto historial de brincadeiras protagonizadas por estudantes de engenharia nos EUA e no Canadá, que se dedicam a colocar à prova os seus conhecimentos sobre o ambiente real. Carros pendurados em pontes, elevadores hackeados ou camiões que aparecem no alto de edifícios, são só alguns exemplos do que estas mentes inquietas podem chegar a preparar.

1. Um carro baixo da ponte (Universidade da Columbia Britânica)

No dia 4 de Fevereiro de 2008, às 5,00 h da madrugada, os primeiros motoristas a atravessar o Lions Gate Bridge de Vancouver, a caminho do trabalho, aperceberam-se de um objecto estranho pendurado debaixo da ponte. Tratava-se da carroçaria de um Volkswagen carocha, com um enorme “E” pintado no tejadilho, símbolo inconfundível dos engenheiros (“Engineers”) da Universidade da Columbia Britânica, conhecidos pelas suas excêntricas brincadeiras.


A tradição de pendurar carros em pontes remonta a 1982, quando os estudantes enfrentaram o desafio pela primeira vez. Desde então, mais de uma dúzia de carros já apareceu nos lugares mais insuspeitados, incluindo o cimo de uma montanha-russa de madeira e o mesmíssimo Golden Gate de São Francisco.

2. Encontros na cúpula (MIT)

A Great Dome (Grande Cúpula) é o edifício emblemático do Instituto Tecnológico de Massachussets e, como tal, foi objecto dos mais célebres “ataques” por parte dos estudantes. Desde os anos 70, apareceram no alto do edifício os mais singulares objectos: desde um carro de polícia com todas as luzes acesas e o número Pi como matrícula (1994), até um camião de bombeiros (Setembro de 2006). A cúpula também foi “disfarçada” de R2D2, enfeitada com o sinal do Batman e coroada com um avião dos irmãos Wright.

3. A abóbora misteriosa (Universidade de Cornell)

Na madrugada de 7 de Outubro de 1997, o pináculo da torre McGraw no campus da Universidade de Cornell (Nova Iorque) apareceu enfeitado com algo curioso. Alguém tinha apanhado uma enorme abóbora e tinha-a espetado na agulha da torre, com uma precisão que deixou desconcertados os maiores especialistas.



Durante várias semanas, a abóbora transformou-se no centro de atenção de numerosos meios de comunicação e até se chegou a instalar uma webcam para vê-la ao vivo. No início de Março de 1998, um grupo de físicos utilizou um globo meteorológico para recolher amostras e determinar se se tratava de facto de uma abóbora verdadeira. Cinco meses mais tarde, as autoridades decidiram retirá-la para evitar o perigo de queda sobre os transeuntes. As provas determinaram que se tratava de uma abóbora, mas a forma como ali chegou continua a ser um mistério.

4. Xeque ao estádio (Caltech)

A rivalidade entre universidades teve nos estádios um dos seus palcos mais grandiosos, no que se refere a brincadeiras. Em 1982, durante a grande final entre Harvard e Yale, um gigantesco globo, colocado umas horas antes por um "comando" de estudantes, começou a encher-se no terreno do jogo com as siglas MIT inscritas nele. Um par de anos depois, os estudantes de Caltech trataram da saúde ao MIT e alteraram o marcador de uma final de futebol para mostrar um enorme “Caltech 38; MIT 9”.

Mas a piada mais sofisticada de todas as que os estudantes de Caltech levaram a cabo foi em Janeiro de 1961, quando se disputava a partida de Ano Novo entre o Minesotta e Washington e distribuíram entre a claque de apoio de Washington várias centenas de placas e umas instruções para ir mostrando diferentes composições durante o jogo. A surpresa aconteceu quando, entre as mensagens do painel colectivo, começaram a aparecer uma série de imagens estranhas, que culminaram num gigantesco cartaz com a palavra CALTECH, como reivindicação da façanha.

5. Estátuas e flamingos (Universidade de Wisconsin)



Mesmo que nenhum dos protagonistas da piada fosse engenheiro, a façanha liderada por Jim Mallon e Leon Varjian em 1978, pode considerar-se uma autêntica obra de engenharia social. Foi naquele ano que ambos fundaram o denominado “Partido do cubo e da pá” e se apresentaram às eleições da Universidade de Wisconsin, acompanhados de uma série de disparatadas promessas eleitorais como a de levar a Estátua da Liberdade ao campus.

Semanas depois, quando foram eleitos, cumpriram a sua palavra e construíram uma réplica da estátua, enterrada nas águas geladas do lago Mendota, que atraiu curiosos de todas as partes do país durante dias.


Apesar das ferozes críticas por desperdiçarem o dinheiro da Universidade daquela maneira, ambos chegaram a ser reeleitos pelos estudantes algum tempo depois e, para celebrá-lo, colocaram mais de mil flamingos cor de rosa em frente do edifício principal da Universidade.





Criado em: 15/09/2008 • 11:46
Actualizado em: 15/09/2008 • 12:25
Categoria : ARTIGOS DE FUNDO


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