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Desde 2004
news_artigo.gifARTIGOS DE FUNDO - A mais antiga profissão do mundo

Todos sabemos qual é a profissão mais antiga do mundo e mesmo que seguramente seja "quase" certo que é assim, é difícil delimitar quando o ser humano começou a realizar intercâmbios a troco de favores sexuais.

Se levarmos em conta que, na actualidade, entre certos chimpanzés existe um sistema social bem estabelecido onde, entre outras interacções, as fêmeas oferecem sexo em troca de comida, e também como mecanismo de resolução de conflitos, poderíamos assegurar que a prostituição existe desde que o homem teve a primeira erecção.

Uma das formas mais antigas de prostituição de que há registos históricos é a prostituição religiosa, supostamente praticada inicialmente na Suméria. Historiadores antigos documentam a existência, na Babilónia, da obrigação de todas as mulheres, pelo menos uma vez na vida, irem ao santuário de Militta para praticar sexo com um estrangeiro como prova de hospitalidade, em troca de um pagamento simbólico.

No entanto, foi na época Helenística, que a prostituição começou a ser um grande negócio. Tanto é assim, que os bordéis foram um dos principais motores económicos da cidade de Atenas. A tal ponto foi importante este negócio que muitos historiadores o apontam como um dos principais motivos do grande poder que chegou a adquirir a cidade.

Atenas foi o destino preferido de todos os navios e as suas casas de entrevistas tinham fama em todo o mundo antigo. Salvaguardando as distâncias, poder-se-á dizer que foi o primeiro destino de "turismo sexual".

A prostituição estava perfeitamente regulada e pagava os seus impostos, inclusive chegaram a existir prostíbulos estatais a preços mais módicos. Também existiam três categorias de prostitutas:

As pornai, que eram as mais inferiores na lista. A palavra provém de pérnêmi que significa "vendida". Eram geralmente escravas, propriedade do pornoboskós ou proxeneta, literalmente o «pastor». Deviam ir vestidas de uma maneira determinada para que se distinguisse a sua condição.

Depois vinham as independentes. Estas maquilhavam-se de forma apelativa e ofereciam directamente os seus encantos na rua. Às vezes recorriam a anúncios para atrair os clientes e usavam umas sandálias que, à medida que iam andando, deixavam pegadas no chão onde podia ler-se ΑΚΟΛΟΥΘΙ, AKOLOUTHI («segue-me!»). Estas prostitutas são de origens diversas: mulheres que não encontraram outro emprego, viúvas pobres, antigas pornai que conseguiram a independência. Deviam estar registadas e pagavam um imposto. As suas tarifas variavam de acordo com o tempo despendido, desde 5 dracmas por visita até uma espécie de bónus de doze serviços pelo mesmo preço.

Cortesã recebendo o pagamento do seu cliente


Finalmente havia as Hetairas ou Hetaeras. As hetaeras estavam no topo da hierarquia das prostitutas. Contrariamente às outras, ofereciam mais que serviços sexuais e a sua actividade não é pontual (literalmente, hetaíra significa, em grego, «companhia»).

Comparáveis em certa medida às gueixas japonesas, possuem uma educação esmerada e são capazes de participar em conversas entre pessoas cultas. Eram as únicas entre todas as mulheres da Grécia (excepto as espartanas) que recebiam uma esmerada educação. Eram independentes e podiam administrar os seus bens.

Não era de estranhar que uma relação com estas hetairas fosse paralela à do casamento oficial. Houve até várias hetairas que influíram notavelmente em pessoas famosas como o caso de Tais que foi companheira de Alexandre Magno, que por ela se apaixonou profundamente, e de Ptolomeo I, fundador da dinastia Ptolemaica.



Criado em: 21/11/2007 • 09:21
Actualizado em: 21/11/2007 • 09:35
Categoria : ARTIGOS DE FUNDO


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Comentários


Comentário n°2 

Nani 15/12/2009 • 23:14

A dúvida dissipa-se logo que saiba o que é uma profissão :)

Comentário n°1 

faty 15/12/2009 • 22:13

Porque é que se dis que a prostituição é profissão?
Não percebo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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