Os aviões bombardeiros dos aliados que sobrevoaram a Europa durante a Segunda Guerra Mundial produziram no sudeste de Inglaterra mudanças importantes no clima, segundo revela um novo estudo.
Que os rastos dos aviões têm efeitos sobre o clima é algo que os climatólogos já sabiam.
Por um lado, actuam como uma espécie de manto que tapa o calor que de outro modo escaparia para o espaço exterior.

Por outro, reflectem a luz do Sol durante o dia, impedindo que chegue à superfície e arrefecendo a Terra. Os climatólogos estão de acordo em que, normalmente, ao juntar ambos os efeitos o resultado é que um excesso de tráfego aéreo aquece o planeta.
Analisando os registos de operações das forças armadas americanas e britânicas e os dados climatológicos dos anos quarenta, os cientistas da Universidade de Birmingham (Reino Unido) quantificaram os níveis de nebulosidade que provocaram os milhares de bombardeiros aliados que voaram desde Inglaterra até diferentes destinos na Europa entre 1943 e 1945.
Depois de estudarem os dados, escolheram um ataque representativo: o que ocorreu durante a manhã do dia 11 de Maio de 1944, onde estiveram envolvidos mais de 1400 aviões. Deste modo chegaram à conclusão que naquele dia os voos dos aviões britânicos fizeram com que a temperatura descesse 0,8ºC sobre as bases militares. As conclusões foram publicadas na revista
International Journal of Climatology.

Os aviões bombardeiros dos aliados que sobrevoaram a Europa durante a Segunda Guerra Mundial produziram no sudeste de Inglaterra mudanças importantes no clima, segundo revela um novo estudo.
Que os rastos dos aviões têm efeitos sobre o clima é algo que os climatólogos já sabiam.
Por um lado, actuam como uma espécie de manto que tapa o calor que de outro modo escaparia para o espaço exterior.

Por outro, reflectem a luz do Sol durante o dia, impedindo que chegue à superfície e arrefecendo a Terra. Os climatólogos estão de acordo em que, normalmente, ao juntar ambos os efeitos o resultado é que um excesso de tráfego aéreo aquece o planeta.
Analisando os registos de operações das forças armadas americanas e britânicas e os dados climatológicos dos anos quarenta, os cientistas da Universidade de Birmingham (Reino Unido) quantificaram os níveis de nebulosidade que provocaram os milhares de bombardeiros aliados que voaram desde Inglaterra até diferentes destinos na Europa entre 1943 e 1945.
Depois de estudarem os dados, escolheram um ataque representativo: o que ocorreu durante a manhã do dia 11 de Maio de 1944, onde estiveram envolvidos mais de 1400 aviões. Deste modo chegaram à conclusão que naquele dia os voos dos aviões britânicos fizeram com que a temperatura descesse 0,8ºC sobre as bases militares. As conclusões foram publicadas na revista
International Journal of Climatology.

