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Um artigo ao acaso: ARTIGOS DE OPINIÃO - As atrapalhações do Magalhães

Por Gil Teixeira
Advogado

Fernão Magalhães deu a volta ao mundo muito atribulada, e talvez por isso, para se vingar das vagas dos mares dantes nunca navegados, e do egoísmo nacional, quase quinhentos anos depois, teve a ideia de oferecer uma máquina atada com ferrolhos a uma rede que permite às crianças comunicarem de todos os cantos donde se encontrarem.

As más línguas dizem que as crianças deviam ter um curso de navegação, na rede, entenda-se, como se isso fosse preciso para carregar numa tecla e abrir-se as portas do universo conhecido.

Pior, foi os pais dos que tiveram de abrir os cordões à bolsa para que os filhos pudessem brincar com essas maquinetas.

Na verdade os Magalhães são caixas de Pandora, a informação e conhecimento, sem fronteiras, obtidos a custos baixíssimos, para os agraciados, e que há cinquenta anos era património exclusivo das classes dominantes.

Eventualmente Magalhães ficaria um pedacinho surpreso com os episódios de que tem sido alvo, primeiro o carnavalesco, acontecido no burgo de Torres Vedras, e recentemente uma fotografia que tirou a alguns meninos da escola, à revelia da benção dos pais.

Certamente por bem, e muito atempadamente, no primeiro caso, foi coberto com o manto da vergonha, um monitor mais avantajado que alegadamente, como se diz, mostrava cenas menos adequadas para gente miúda, e que tudo indica tratar-se de conteúdos chocantes dessas televisões que vendem cenas de horror nos telejornais à hora dita nobre em que as famílias alimentam a barriguinha, e que fazem muito medo tanto à pequenada como aos dobraram mais de seis décadas de vida.

Embora Portugal ainda não seja uma França tudo se teria passado de forma diferente, tratando-se duma madame dum político de topo, como foi o caso da consorte dum politiqueiro francês que resolveu mostrar as longas barbas negras da pélvis, em grandes cartazes, tudo em favor duma grande causa, como seja a de encher o olho aos mais famintos dessas modernices, ou cenas picantes?

Perante um hipotético...
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 Maio de 2004

 
 


 

 

 
 



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